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Vitrola Sintética traz show do álbum “Sintético” ao SESC São José dos Campos

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Neste terceiro disco, a banda recebeu indicações em 2 categorias do Grammy Latino 

A banda paulista Vitrola Sintética, formada por Felipe Antunes (voz e guitarra), Otávio Carvalho (baixo e programações), Rodrigo Fuji (guitarra e piano) e Kezo Nogueira (bateria) apresenta as músicas do seu mais recente trabalho, “Sintético”, lançado em junho e que levou o grupo a ser indicado em 2 categorias gerais do Grammy Latino: Melhor Artista Revelação e Melhor Engenharia de Gravação. Em novembro, a banda viajou aos Estados Unidos para participar da cerimônia do Grammy Latino em Las Vegas. Neste período em solo norte-americano realizou shows em San Diego, Big Bear, Las Vegas e Los Angeles. “Essa mini-turnê foi muito interessante porque a maioria dos públicos que encontramos não era majoritariamente de brasileiros. Embora a maioria não entendesse as letras, houve uma empatia surpreendente. E isso reforçou nossa crença de que para a música não há fronteiras”, conta Felipe Antunes.

No Brasil, o disco também vem colhendo elogios. O prêmio Melhores da Música Brasileira elegeu “Sintético” o 34º melhor álbum de 2015 e a canção “Faz Um Tempo”, a 2ª melhor do ano; o programa “Ouve Essa”, apresentado pelo crítico Ricardo Alexandre na Rádio 89FM, escolheu a música “Duvido Não Depois” como a 2ª melhor canção nacional do ano passado.

“Sintético” foi gravado entre janeiro de 2014 e janeiro de 2015 no estúdio Submarino Fantástico, em São Paulo, e conta com a participação de Maurício Pereira (voz e saxofone em “Minha Garota”), Bárbara Eugênia (voz em “Inconsciente Inconsistente”) e Gustavo Ruiz (guitarra e violão em “Minha Garota”).

As 11 canções são inéditas, a maioria de natureza rock – como nos outros trabalhos da banda, Expassos (2013) e a estreia em disco, Notícias (2009) – mas cuja sonoridade aqui se expande com o uso de pianos, cordas e programações, fazendo a banda alcançar um sotaque próprio dentro do atual cenário da música brasileira. Há violência num rock direto de 2 minutos (“Etéreo”) e o requinte intimista de “Duvido Não Depois”, em convivência harmônica de timbres sintéticos e acústicos.

Destaque também para a poesia da banda, neste disco ainda mais madura e mais segura de sua mensagem. As letras – a maioria escritas por Felipe Antunes, embora o álbum conte também com criações de Otávio Carvalho (“Mergulhar”) e Felipe, Otávio, Rodrigo e Enzo Banzo, do Porcas Borboletas (“Não Vai Mudar”) – refletem sobre a eterna coabitação de dor e alegria que cada ser humano carrega em si, e nos sugerem, faixa a faixa, que a beleza está no movimento da busca por respostas, e talvez não na resposta em si.

SERVIÇO
Vitrola Sintética – SESC São José dos Campos
Sábado 23/04 – 18h
Avenida Adhemar de Barros, 999 – Jardim São Dimas
Entrada Gratuita
Capacidade: 450 pessoas
Duração Aproximada: 70 minutos

OUÇA “SINTÉTICO”

Site — www.vitrolasintetica.com.br
iTunes — http://apple.co/1O4UpQy
Soundcloud — http://bit.ly/1N6gu45
Spotify — http://bit.ly/1JIwqXq
Deezer — http://bit.ly/1N6ivgD
Rdio — http://on.rdio.com/1PI3rDk
Amazon — http://amzn.to/1NUeevV

VÍDEOS

Beijo de Rimbaud (webclipe)

 

Inconsciente Inconsistente (clipe)

 

Sintético Full Album 

 

“Sem fazer apresentações em palcos monumentais, sem tocar em grandes emissoras de rádios e TV e criando um rock de letras e arranjos sofisticados, o Vitrola Sintética conseguiu um feito imprevisível: concorrer a duas categorias do Grammy Latino deste ano.” – REVISTA ROLLING STONE

“Os arranjos são minimalistas, a voz de Felipe Antunes, vocalista do Vitrola Sintética, parece escorregar pela harmonia de violões dedilhados, acordes espaços de guitarra, baixo e bateria em sinergia quase cardíaca.” – O ESTADO DE S. PAULO

“A banda constrói melodias com detalhes preciosos como as batidas da caixa que interrompem o arpejo do violão na abertura de “Beijo de Rimbaud” e as longas pausas que ressaltam a incomoda intimidade de “Inconsciente Inconsciente”. Os vídeos inovadores aumentam ainda mais a intensidade de suas canções com experimentos sobre o ponto de vista e a sobreposição.” – LATIN GRAMMY

“O Vitrola Sintética é, talvez, o grande “underdog” (azarão) da categoria Melhor Novo Artista do Grammy Latino.” – REVISTA BILLBOARD

“Quando ouvi o disco do Vitrola Sintética, senti uma mistura de choque, alívio e esperança.” – MOOGIE CANAZIO, produtor e engenheiro de som que já trabalhou com João Gilberto, Maria Bethânia, Caetano Veloso, George Benson, Sergio Mendes, dentre outros.

“Preciso dizer: Vitrola Sintética é a melhor música que eu descobri no Grammy. De longe. Todo o meu respeito!” – NERIO GUTIERREZ, produtor espanhol

Feliz é o corpo técnico da Academia Latina de Gravação ao mirar seus holofotes sobre o trabalho dos rapazes do Vitrola Sintética. Para eles, pode ser que nada tenha mudado. Mas, para nós, abre-se uma chance de valorizar uma obra e tanto. E “Faz Um Tempo” é a melhor canção de amor de 2015”EMANUEL BOMFIM, O ESTADO DE S. PAULO

“A voz de Felipe Antunes vai na contramão de todos os trinados que nos acostumamos a ouvir nessa época de programa de calouros disfarçados em reality shows (mesmo os que chamam bandas de rock para a brincadeira…). E as letras das músicas, bem… que diferença poder ouvir alguém cantando sobre alguma coisa além do último fora que o cantor deu ou levou – ou as promessas de reconciliação depois desse fora. Modernos, mas ao mesmo tempo quase atemporais”. ZECA CAMARGO

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