Vitrola Sintética indicado ao Grammy Latino: Melhor Artista Novo e Melhor Engenharia de Gravação

O ano de 2015 está sendo especial para o Vitrola Sintética, formado por Felipe Antunes (voz e guitarra), Otávio Carvalho (baixo e programações) e Rodrigo Fuji (guitarra e piano). Em junho, a banda paulista lançou seu terceiro disco, “Sintético”, em  turnê pela Espanha e Portugal. Em setembro, veio a feliz notícia de que o grupo foi indicado a duas categorias do Grammy Latino: Melhor Artista Revelação e Melhor Engenharia de Gravação. A cerimônia ocorreu em 19/11 em Las Vegas e durante a viagem pelos EUA, a banda fez shows em Los Angeles, San Diego, Big Bear e Las Vegas.

“Sintético” tem 11 canções inéditas e foi gravado entre janeiro de 2014 e janeiro de 2015 no estúdio Submarino Fantástico, em São Paulo, e contou com mixagem de Otávio Carvalho e masterização de Felipe Tichauer. O álbum traz diversas participações especiais: Maurício Pereira (voz e saxofone em “Minha Garota”), Bárbara Eugênia (voz em “Inconsciente Inconsistente”), Gustavo Ruiz (guitarra e violão em “Minha Garota”), Gui Calzavara (trompete em “Duvido Não Depois”), Pedro Mibielli (cordas em “Faz um Tempo”, “Beijo de Rimbaud”, “Mergulhar” e “Inconsciente Inconsistente”), Fê Stok (slide em “Deus Te Ouça”), e André Molinero (teclado em “Beijo de Rimbaud” e “Duvido Não Depois”). A maioria das composições tem natureza rock – como nos outros trabalhos da banda, Expassos (2013) e a estreia em disco, Notícias (2009) – mas a sonoridade do grupo se expande com o uso de pianos, cordas e programações, fazendo a banda alcançar um sotaque próprio dentro do atual cenário da música brasileira. Há violência num rock direto de 2 minutos (“Etéreo”) e o requinte intimista de “Duvido Não Depois”, em convivência harmônica de timbres sintéticos e acústicos.

“Sem fazer apresentações em palcos monumentais, sem tocar em grandes emissoras de rádios e TV e criando um rock de letras e arranjos sofisticados, o Vitrola Sintética conseguiu um feito imprevisível: concorrer a duas categorias do Grammy Latino deste ano.”  REVISTA ROLLING STONE

“Os arranjos são minimalistas, a voz de Felipe Antunes, vocalista do Vitrola Sintética, parece escorregar pela harmonia de violões dedilhados, acordes espaços de guitarra, baixo e bateria em sinergia quase cardíaca.”  O ESTADO DE S. PAULO

“A banda constrói melodias com detalhes preciosos como as batidas da caixa que interrompem o arpejo do violão na abertura de “Beijo de Rimbaud” e as longas pausas que ressaltam a incomoda intimidade de “Inconsciente Inconsciente”. Os vídeos inovadores aumentam ainda mais a intensidade de suas canções com experimentos sobre o ponto de vista e a sobreposição.”  LATIN GRAMMY
“O Vitrola Sintética é, talvez, o grande “underdog” (azarão) da categoria Melhor Novo Artista do Grammy Latino.”  REVISTA BILLBOARD

“Quando ouvi o disco do Vitrola Sintética, senti uma mistura de choque, alívio e esperança.”  MOOGIE CANAZIO, produtor e engenheiro de som que já trabalhou com João Gilberto, Maria Bethânia, Caetano Veloso, George Benson, Sergio Mendes, dentre outros.

“Um laboratório químico de sons que borbulham em tubos de ensaio. A banda conseguiu primazia na qualidade da produção. E eles não são do panteão do Quem Indica, mas sim do Quem Faz.”  O JARDIM ELÉTRICO

“Preciso dizer: Vitrola Sintética é a melhor música que eu descobri no Grammy. De longe. Todo o meu respeito!”  NERIO GUTIERREZ, produtor espanhol

“Feliz é o corpo técnico da Academia Latina de Gravação ao mirar seus holofotes sobre o trabalho dos rapazes do Vitrola Sintética. Para eles, pode ser que nada tenha mudado. Mas, para nós, abre-se uma chance de valorizar uma obra e tanto. E “Faz Um Tempo” é a melhor canção de amor de 2015”. EMANUEL BOMFIM, O ESTADO DE S. PAULO

“A voz de Felipe Antunes vai na contramão de todos os trinados que nos acostumamos a ouvir nessa época de programa de calouros disfarçados em reality shows (mesmo os que chamam bandas de rock para a brincadeira…). E as letras das músicas, bem… que diferença poder ouvir alguém cantando sobre alguma coisa além do último fora que o cantor deu ou levou – ou as promessas de reconciliação depois desse fora. Modernos, mas ao mesmo tempo quase atemporais”. ZECA CAMARGO

OUÇA “SINTÉTICO”
Site — www.vitrolasintetica.com.br
iTunes — http://apple.co/1O4UpQy
Soundcloud — http://bit.ly/1N6gu45
Spotify — http://bit.ly/1JIwqXq
Google Play — http://bit.ly/1KZiHbn
Deezer — http://bit.ly/1N6ivgD
Rdio — http://on.rdio.com/1PI3rDk
Amazon — http://amzn.to/1NUeevV
Xbox Music — http://bit.ly/1LPYz1l

VÍDEOS
Beijo de Rimbaud (webclipe) https://www.youtube.com/watch?v=WjP0r6sVIv8
Inconsciente Inconsistente (clipe) https://www.youtube.com/watch?v=VUKB8xrzDwI
Sintético Full Album https://www.youtube.com/watch?v=k2wKkOEQ6UI

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