The Leprechaun lança videoclipe “Nothing Is Gonna Be All Right”


O trabalho é o segundo material audiovisual do álbum Isosceles

A banda de folk The Leprechaun lançou na última sexta-feira (30) o videoclipe de “Nothing Is Gonna Be All Right”,  terceira faixa do álbum ”Isosceles”. Com direção de Max Lima em parceria com Rodolfo Francisco Marga, da M ao quadrado, o clipe gravado em Vargem Grande (SP),  mostra a história de um homem que perdeu sua mulher e passa por dias solitários. No fim é possível notar que ele está tentando pescar o colar desse grande amor.

A música e o clipe tratam sobre a importância de se apoiar em alguém nos momentos difíceis, mesmo que esse alguém esteja apenas na lembrança de um passado distante, mas que resgata nossa esperança em tempos melhores.

Assista:

“Esse clipe vem em um momento novo, em que estamos mais maduros como banda. Esperamos que todos possam se emocionar com a mensagem que ele passa assim, como nós nos emocionamos”, afirma a vocalista Fabiana Santos.

Formada por  Fabiana Santos (vocal), Bruno Stankevicius (violão), Eric Fontes (baixo), Rafael Schardosim (banjo), Andrew Nathanael (violino), e Rafael Macedo (bateria) a banda já alcança a marca dos 15 mil discos vendidos. Com influencias de Folk, misturado a elementos bem pessoais, o grupo vem se destacando e crescendo cada vez mais com a distribuição dos CD’s de maneira informal e despretensiosa. Conseguiram resultados relevantes com um feito considerável se analisar o momento que vive o mercado fonográfico, principalmente com o crescimento do acesso digital, no qual eles também se destacam.

É neste clima de reconhecimento, de um trabalho que vem dando muitos frutos que o grupo lançou em 2017 o disco Isosceles, produzido pela banda ao lado de Cesar Benzoni (O Bardo e o Banjo) e masterizado por John Gold (Green Day e Pear Jam). O nome vem do triângulo que possui um lado excepcional. O CD fecha uma trilogia iniciada com The Years are Just Packed em 2012.

Ficha técnica:
Produção: Cervo
Produtora geral: Natalia Mecatti
Direção : Max Lima e Rodolfo Francisco Marga (M ao quadrado)
DOP: Nenê Junior
1AC: Allan Carvalho
Edição: Rodrigo Kai
Atores: Rica Ferrer, Álvaro Rosa e Isa Louise
Maquiagem: Deborah Carvalho
Runners: Rodrigo Fonseca, Onias Almeida

Fonte| The Leprechaun
Atendimento | Bruna Alves – (11) 94559-52624 – bruna@tudoempauta.com.br
Coordenação de Atendimento | Ana Carolina de Freitas –  anacarolina@tudoempauta.com.br
Diretora de Operação| Patrícia Saraiva – patricia@tudoempauta.com.br
Diretora Executiva| Erika Digon – erika@tudoempauta.com.br

Homens de Melo mostra videoclipe para a faixa “Lá Sei”

Dando sequência ao lançamento de seu disco de estreia, ocorrido no último mês de março, a banda Homens de Melo mostra videoclipe enigmático para “Lá Sei”, primeira faixa do disco. Assista aqui.

Dirigido por Larissa Vescovi, o vídeo aborda os “dois universos que representam nossos extremos e que olham para o centro do que deveríamos ser, um imã verdadeiro e inalcançável”, como explica a diretora.

A faixa realça a incerteza vivida por todos em tempos de decisões e aborda de maneira poética a desigualdade social, enquanto os acordes cromáticos em loop, presentes por quase a música toda, se arriscam a causar certo desconforto e confusão. Se o caos é cíclico, lace o futuro e veja até onde o destino irá o levar.

Ficha técnica videoclipe “Lá Sei”
Direção e Edição: Larissa Vescovi
Câmera: Lucas Pupio
Direção de Fotografia: Larissa e Lucas
Visagismo: Johnny Oliveira
Produção: Johnny Oliveira, Natália Bastos, Rodrigo Leal, Rafael Pessoto, Gabriel Sielawa e Luise Martins.
Atores: Isabela Alcantra, Beca Diniz, Miguel Nador, Yago Carvalho, Mariana Bibanco, Gabriel Sielawa e Tamara Maria Cardoso.

Assista aqui:


HOMENS DE MELO

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCn8oA–yzLnJXyAemul38cQ
Soundcloud: https://soundcloud.com/homensdemelo
Fanpage: https://www.facebook.com/homensdemelo

Dryca Ryzzo lança videoclipe de “Somente uma canção”

Inspirado em laços de afeto atados ao longo da vida, o novo videoclipe da cantora Dryca Ryzzo, para a música “Somente uma Canção”, foi gravado no litoral norte de São Paulo, nas praias da Barra do Sahy e Boiçucanga, e traz bela e inspiradora mensagem sobre as coisas que de fato têm valor. Misturando elementos da extraordinária sintonia entre música e natureza, o clipe é composto pelas indiscutíveis belezas da região e a percepção de sentimentos e sensações.

Despontando no Hip Hop, este novo trabalho de Dryca Ryzzo foi produzido em parceria com Fernandinho Beat Box e, como não poderia deixar de ser, a cantora acompanhou de perto todo o processo de desenvolvimento do videoclipe, realizado com direção de Ana Karina Zaratin e figurino assinado pela renomada estilista Lígia Morris, que já trabalhou com grandes nomes da música internacional como Shakira, Jennifer Lopez e Lady Gaga.

O videoclipe conta com participações aleatórias de moradores e visitantes das praias, os quais Dryca foi conhecendo ao longo dos dois dias de gravação. “Para o clipe de ‘Somente uma Canção’ a ideia era retratar de forma simples a importância da gratidão, da troca de sorrisos verdadeiros, da presença de pessoas que são especiais pra gente, da energia vital da natureza e acho que a gente conseguiu. O recado foi dado e, particularmente, estou muito feliz com o resultado”, afirma.

Italiano radicado no Brasil, Puppi lança música sobre náufragos urbanos

Cidadão do mundo, Federico Puppi reflete os lugares por onde passou. Seja em sua terra natal, a Itália; nos países da Europa e da África, onde fez turnê com Maria Gadú; ou mesmo no Brasil, pátria que o acolheu. A musicalidade de cada local influenciou no disco do violoncelista e produtor, e o resultado se observa no single “Ciranda dos Náufragos”. De uma forma peculiar, a música relaciona o vai-e-vem do mar, que eventualmente assume o seu lugar, e os imigrantes, que enfrentam as tormentas políticas para (re)conhecer um novo lar. O lançamento está também disponível nas plataformas de streaming, pelo selo Sagitta Records.

Assista “Ciranda dos Náufragos”:

O vídeo dirigido, filmado e editado por Almir Chiaratti dá nova amplitude à imagem de Puppi. Exibida nos prédios, ela representa a figura do expatriado, que está em todo lugar – ainda que não seja notado. “A ideia do clipe nasceu numa mesa de um botequim na Lapa depois de um show. Conversando com Almir Chiaratti, diretor do clipe, chegamos na ideia de projetar a minha imagem em todo lugar da cidade. De alguma forma eu virei o náufrago e estando em todo lugar, mostro que os náufragos estão por todo lado, é só observar.”, explica Puppi.

O clipe foi gravado com poucos recursos técnicos e muita criatividade. As projeções nos prédios deram à equipe a oportunidade de alcançar um tamanho que pensavam ser impossível. De acordo com Puppi, um dos principais desafios foi encontrar edifícios com superfícies livres e alcançáveis pela projeção. A dualidade vista na tela, entre o músico e os prédios, traz um significado muito mais profundo: “Os náufragos estão em todo canto, em qualquer lugar, enquanto a cidade inteira se reflete neles. Os dois são permeáveis e permeados.”

Essa relação próxima do imigrante e da cidade tem ligação também com a técnica do pizzicato no violoncelo, que é quando as cordas são tocadas com os dedos, ao invés do arco. A ideia do pizzicato traz algo tribal, natural e a partir desta percepção, a música evoluiu de tal forma que se assemelhou com uma dança de roda. A canção é tocada no cello com um timbre parecido ao da rabeca, e as percussões marcam a pulsação do som.

A “Ciranda dos Náufragos” é uma música que traz diversos significados. O termo “ciranda” significa a dança de roda, originária de Pernambuco, em que as pessoas dançavam e tocavam esperando os marinheiros retornar do mar; como também significa a passagem de tempo. “A minha não é uma ciranda pernambucana musicalmente, mas ela é uma dança em homenagem aos náufragos urbanos: os perdidos, os que não são considerados, os que não são vistos. Os náufragos que povoam as cidades, que são em cada canto. Os marinheiros que perderam o barco e ficaram encalhados nas ruas da cidades. Os náufragos dentro da cidade, a cidade dentro dos náufragos”, finaliza Puppi.

Participaram do videoclipe Suzana Nascimento (direção de interpretação), Guto Carvalho Neto e Désirée Bastos (figurino); O vídeo foi gravado no estúdio de Leandra Benjamin e Sofia Ibarguren, além de paisagens urbanas da cidade do Rio de Janeiro.

Integram a faixa, composta por Federico Puppi, os músicos Lancaster Pinto (baixo), Felipe Roseno (percussão) e Mário Wamser (violão de aço), além do próprio Puppi (violoncelo e synth). A música foi gravada entre fevereiro e setembro de 2017, no estúdio Ouvido em Pé, por Federico Puppi, Mário Wamser e Mari Blue (Rio de Janeiro). Exceto percussões gravadas no estúdio Roseno’s House, por Felipe Roseno (São Paulo). A canção foi mixada no estúdio Toca do Mendigo (RJ) e masterizada por Andrea Bernie De Bernardi (estúdio Eleven Mastering, Itália).

Assista “Ciranda dos Náufragos”:

Ouça “Ciranda dos Náufragos”: http://bit.ly/CirandaDosNaufragos

Emicida lança clipe de “Pantera Negra”, música feita para a trilha do filme da Marvel

Certeza que 2018 será um ano muito forte para a música nacional, mas a chegada de um artista brasileiro em uma trilha de uma grande produção é um presente aos amantes da música nacional. Emicida gravou essa faixa pelo Laboratório Fantasma Produções com produção de Felipe Vassão, sim uma gravadora independente, isso torna essa música mais especial ainda. Pra quem não conhece o Laboratório Fantasma é mais que uma simples gravadora independente, eles levam o termo “coletivo” a sério, são focados no rap e hip-hop, mantendo o melhor do estilo independente foi formado em 2008 e além do Emicida conta com Rael da Rima, Flora Matos e outros.

Veja o clipe aqui:

Poeta Marianna Perna divulga nova música-poema, “Um Abismo entre os Dois Olhos”

Faixa integra projeto híbrido A Cerimônia de Todas as Vozes, que será lançado em 2018

A Cerimônia de Todas as Vozes é o título do livro-disco inédito e autoral da poeta Marianna Perna, do qual a faixa “Um abismo entre os dois olhos”, divulgada em 17 de janeiro – veja aqui -, faz parte.  O single antecipa em alguns meses o lançamento completo do projeto híbrido, previsto para Fevereiro de 2018.

“Um abismo entre os dois olhos” conta com a criação e participação dos músicos Felipe Antunes (Vitrola Sintética) no piano e Carlos Gadelha na guitarra e apresenta parte da linguagem musical trabalhada ao longo do álbum – em termos de instrumentos, camadas de emissões vocais e densidade poética.

“Cicatriz na pele de atriz
Faz-se atroz em um grito tão feroz a minha garganta.
E árido.
Sem ninguém.
Caminhar aleijada
E livrar-se da eternidade cavada para além
Pro fundo de um labirinto fatídico
Apavorante
Que se esconde nessas fachadas, nessas medalhas.”

Dirigido por Gabriela Dworecki e Nayana Fernandez, o videoclipe do poema traduz sua sonoridade em imagens variadas, gravadas em alguns locais diferentes, como estradas desertas e espaços da Casa do Sol – local onde a escritora Hilda Hilst residiu por décadas e atualmente sede do Instituto Hilda Hilst, em Campinas (SP).

“É uma singela homenagem à escritora”, explica Marianna sobre o motivo de ter escolhido a Casa do Sol como o cenário central. “Lá pude me conectar de maneira especial com a memória, a história e obra de Hilda, uma das vozes enaltecidas na minha criação pessoal. O vídeo induz os espectadores-ouvintes a embarcar na jornada poético-espacial desta narradora, que parte em busca de si mesma, decidida, ainda que não saiba bem aonde isto a conduzirá”, comenta a poeta.

“Um abismo entre os dois olhos” já é o segundo single lançado que integra A Cerimônia de Todas as Vozes. Em Novembro passado, a poeta divulgou “Abertura”, – veja aqui. A composição evoca as vozes das mulheres escritoras que continuam a guiar os passos de Marianna, iniciando seu diálogo com a ancestralidade feminina por meio da poesia, que é também a temática principal da obra.

“Um abismo entre os dois olhos” – veja o videoclipe aqui:

A Cerimônia de Todas as Vozes é fruto de intensas pesquisas da palavra poética em seus diversos estados e possibilidades – da poesia escrita à oral, sonora, em diálogo com a música e com os ruídos, além das diversas camadas que a voz pode conter, capazes de disparar no ouvinte um estado poético e reflexivo. Para esta empreitada, Marianna contou com a importante colaboração de músicos amigos e artistas que acompanha e admira, numa espécie de laboratório coletivo sob sua condução ao longo de 2017. Os convidados para o time foram Felipe Antunes (Vitrola Sintética), Hélio Flanders (Vanguart), Carlos Gadelha, João Leão e César Ricardo, e o livro conta ainda com sensível prefácio do músico Tatá Aeroplano.

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Moxine e a história de um encontro especial no novo vídeo de “Fantasiando”

Foto: Iwi Onodera


Faixa integra
Passion Pie, EP mais recente do duo e já disponível nas principais plataformas digitais

São Paulo, 29 de Janeiro de 2018 – O duo paulista de indie pop Moxine lançou na última sexta-feira (26) o lyric video de “Fantasiando”veja aqui -, canção integrante do EP Passion Pie (2017), trabalho mais recente da dupla formada há oito anos em São Paulo (SP) pela baixista Fabiana Lugli e pela guitarrista Mônica Agena. A Moxine aposta num rock orgânico misturado a elementos eletrônicos, tudo isso num embalo pop e de refrões espertos.

Ouça “Passion Pie” aqui

“Fantasiando” é a faixa de abertura do EP e, segundo Agena, “é irônica e dramática ao falar de uma atração intensa e fatal”. Tal atmosfera foi bem captada pelo artista Alex Maia (Alequito), que traduziu de maneira criativa os caminhos da letra para o vídeo, em uma animação com ares nostálgicos sobre uma imagem que não sai da cabeça do eu-lírico.

“O intuito do filme é passar a ‘memória’ desse encontro, em uma noite na cidade, que causou fantasias”, explica Alex sobre a relação entre letra e ilustração. “Usei alguns aspectos que remetem a festa, como o letreiro, os drinks e líquidos. O vhs inserido, além de dar mais identidade pro filme, também teve o objetivo de apresentar a história como se fosse rebobinada”, completa.

Composta por Agena, “Fantasiando” também foi produzida por ela – assim como todo o EP – e traz em seu arranjo as participações dos músicos Luccas Villela (EATNMPTD/INKY), Paulo Kishimoto (Rivera Gas/Pitty) e Mario Camelo (Fresno) , além de Dudinha Lima.

Veja o lyric video de “Fantasiando” aqui:

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Criolina homenageia São Luis com o videoclipe de “A Menina do Salão”

A dupla maranhense Criolina, formada por Alê Muniz e Luciana Simões, começa 2018 com novidades! O duo lança o videoclipe de “A Menina do Salão”, faixa do seu mais recente trabalho: Radiola em Transe (2017). Da dançante combinação de reggae, rock, ritmos regionais, tropicalismo, influências caribenhas, a canção é responsável pelo ingrediente raggamuffin que compõe o disco. O clipe, dirigido por Arthur Rosa França (“Freguês da Meia-Noite”, do Criolo), explora cenários e personagens conhecidos pela população ludovicense.

As cenas foram gravadas parte no centro histórico, parte numa casa de reggae na beira do rio Bacanga e também próximo às palafitas do bairro Ilhinha. Luciana Simões explica que a ideia foi homenagear a cidade enaltecendo a cultura local e suas tradições: “o clipe coloca a atmosfera de São Luís no centro dos acontecimentos da nossa inspiração musical e poética. Cenas que traduzem o nosso cotidiano, à luz da linha do equador. Um exemplo disso é a própria escolha dos personagens da cidade. Escolhemos um regueiro das antigas, chamado “Fumaça”, e ele passeia de bike pintada das cores do reggae pela ilha às tardes atravessando a ponte que leva da cidade nova à cidade antiga”.

Assista ao clipe:

A capital maranhense também tem forte influência da música jamaicana, caribenha e cubana e isso se reflete também na musicalidade da Criolina. A instrumentação, com os pés nos anos 1970, envolve harmonicamente as melodias eletrônicas e os arranjos brotam de cabeças feitas por experimentações sonoras. Onde vinga o silêncio, prospera a música. Se há saudades de uma bateria Pinguim, de um Moog, das pedaleiras ou de sintetizadores… lá está o som da dupla nos arranjos. “Captamos a montagem de uma radiola num ambiente onde acontecem as festas de reggae, os casarões e essa paisagem cultural. Assim como fizemos na capa do nosso disco, mostramos as semelhanças que existem, na nossa visão, entre Jamaica, Cuba e São Luis”, afirmam.

As letras nascem de onde menos se espera. Onde o desatento vê coisas para ele corriqueiras, é dali que o poeta busca inspiração. Conceitos expostos em cores fortes. Rimas? Apenas quando se fizerem imprescindíveis. Os autores contam animados que: “essa faixa foi uma nossas primeiras músicas compostas. Um raggamuffin que traz muito do que é o nosso som nesse disco, é dançante e traz a informação da atmosfera da cidade em que vivemos: festiva, solar e colorida”.

Ficha Técnica
Produção: Caroline Marques e Paulo Brito
Direção e fotografia: Arthur Rosa França
Direção de arte: Laila Razzo
Animação: Eduardo Pinheiro – Fluido Filmes
Figurino: Cris Quaresma
Direção e fotografia: Arthur Rosa França
Assistente de produção: Ricardo Kuzolitz
Personagens: Fumaça, Kellen Lopes Ramalho e Bigorna

Sobre Criolina:
Apesar de individualmente Alê e Luciana terem trilhado caminhos diferentes no passado (o primeiro é mais ligado ao universo pop, já Luciana sempre esteve associada ao mundo do reggae), o encontro dos dois mostra influências em comum, que vão desde a música regional do Maranhão e do Caribe, até elementos musicais herdados do tropicalismo e referências eletrônicas.

Ouça “A menina do salão”
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Criolina na web
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Lau e Eu antecipa single inédito em sessão ao vivo

Foto: Davide Bori

Uma desilusão amorosa cantada de forma rasgada marca a direta “Amor, Cê Me Fudeu”, do sergipano Lau & Eu. A faixa inédita estará presente no novo disco e antecipa um pouco da sonoridade do projeto. Essa primeira versão da música foi disponibilizada no formato de sessão ao vivo no canal Rockambole, no YouTube.

Nascido em Aracaju, Lau tem se destacado como compositor e, com apenas 19 anos, vem conquistando espaço nas plataformas de música digital. Após o lançamento do seu primeiro EP “Café Frio” em 2016, o jovem compositor mudou-se para São Paulo em busca de novos rumos para sua música.

Foi na capital paulista que surgiu a formação atual do projeto, com os músicos Luca Bori e Dieguito Reis, da banda Vivendo do Ócio (BA), e o guitarrista Gabriel Andirá (SP), do projeto Andirá, que o acompanham nessa sessão.

Veja “Amor, cê me fudeu”:

Almir Chiaratti lança vídeos ao vivo de sua turnê em Portugal

Em julho deste ano, Almir Chiaratti deu seus primeiros passos rumo à carreira internacional, lançando-se em turnê por Portugal. Essa maratona de shows rendeu a gravação “Almir Chiaratti – Ao Vivo em Portugal”, que traz a inédita “Bloco Triste”, além das canções do disco de estreia, “Bastidores do Sorriso” (2015), e os singles “Triz” e “Terceiro Turno”. No vídeo, que inclui 10 faixas, constam os shows realizados em Lisboa e Évora, onde o músico se apresentou com banda. O vídeo está disponibilizado no canal oficial do músico, no YouTube.

Pela primeira vez tocando em Portugal, Almir Chiaratti pode sentir a recepção do público português à música brasileira. Durante a estadia, o músico procurou fazer uma espécie de pesquisa de campo musical em terras lusitanas, ao conversar com artistas brasileiros que imigraram para Portugal, conversando sobre a recepção portuguesa à sonoridade tupiniquim.

“Os portugueses amam a cultura brasileira e o Brasil, a atenção que eles dão ao nosso trabalho é, além de lisonjeira, muito inspiradora. Observar o valor que alguns países dão ao nosso trabalho artístico nos faz voltar pra cá cheios de energia para continuar produzindo”, conta Almir.

Foi essa sede por conhecimento além-mar que levou o músico para esta aventura. Encerrando a turnê do disco de estreia, a ida para Portugal foi um ponto de virada na carreira do cantor e compositor.

“Conheci pessoas extremamente talentosas e queridas que quero levar pro resto da vida e vi um estilo de vida que se encaixa com meus interesses. Essa turnê foi uma virada na minha carreira e na minha vida que só pude entender (e ainda estou entendendo) meses depois. Ela foi o encerramento do meu 1º CD, e um mundo novo de possibilidades se abriu pra mim”, analisa Almir.

Chiaratti é um músico que cresceu ao som de clássicos do rock setentista brasileiro e da Tropicália. A mistura dos dois estilos trouxe para o trabalho a sonoridade do rock psicodélico, da música regional brasileira e da vanguarda paulista. No vídeo, o músico termina o show onde tudo começou: com o single de estreia “Teu Caminho”, que também foi o primeiro clipe lançado pelo cantor, compositor e multi-instrumentista. Entre as canções do show está “Não se Engane”, que acaba de ganhar um vídeo ao vivo. A banda que acompanha Almir (voz e violão) no show é Walter Areia (baixo), Zezinho Gotelipe (bateria) e Mateus Da Silva (saxofone).

Conheça a setlist do show:

1- Bastidores (Évora)
2 – É o Fim (Lisboa)
3 – Não Se Engane (Lisboa)
4 – Navegantes ( Évora)
5 – Terceiro Turno (Lisboa)
6 – Ne Tinquiete Pas (Lisboa)
7 – Pouso (Lisboa)
8 – Bloco Triste (Lisboa)
9 – Triz (Lisboa)
10 – Teu Caminho (Lisboa)

 

Assista “Almir Chiaratti – Ao Vivo em Portugal”:

Alvares abre as portas de sua casa e compartilha “Lembra por que se foi”

Alvares é um daqueles artistas que além de uma voz incomparável, tem um estilo próprio e muito peculiar. Dessa vez ele fez uma versão mais intimista e convidativa ao sofá. Começando 2018 com essa vibe de estar em casa, faz qualquer um se apaixonar e querer ouvir em loop.

Assista o vídeo aqui:

Alvares tocando a canção “Lembra por que se foi” do seu primeiro álbum “Sala de Estar Experimental Vol.1”
Escute no Spotify: https://open.spotify.com/artist/48m4T…
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Artistas brasileiros se reúnem para versão especial de One Love do Bob Marley


Projeto “ONE LOVE REUNION” une artistas do Planta & Raiz, Falamansa, Maskavo e mais

Como um símbolo de paz e esperança para o novo ano que se aproxima, o vocalista da banda Bloco do Caos, Ale Casarotto, e o renomado produtor, Rodrigo Castanho, se juntaram para o projeto “ONE LOVE REUNION”. Nele, vários artistas se reuniram para uma versão especial do clássico de Bob Marley, “One Love”. Entre eles, estão nomes como Tato Cruz do Falamansa, Zeider Pires do Planta & Raiz, Marceleza do Maskavo, Rodrigo Piccolo do Mato Seco, James Lima do Seu Cuca, Caio Côrrea do Scracho, Rafael Costa do Zimbra, Marina Peralta, Big UP, Marcelo Mira, Neto Trindade, Luciano Nassyn, e outros diversos artistas da cena independente nacional.

O clipe da faixa, conta com imagens da gravação que foi realizada em sua maioria no Morada Estúdio, zona norte de São Paulo.  Já a letra mescla duas versões: a original em inglês, composta por Bob Marley e Curtis Mayfield, e a em português feita pela Tribo de Jah, com rap adicional inédito.

Já o instrumental foi composto pela banda Bloco do Caos e contou com a participação de músicos que bebem da fonte do reggae e do rock e que têm o homenageado como grande inspiração.

O projeto além de proporcionar uma mensagem de paz e união entre as pessoas nesse período de festas e boas energias para o ano novo, também trata de colocar artistas independentes lado a lado com grandes nomes da música brasileira. O feito é uma das poucas iniciativas que dão visibilidade para artistas que ainda estão em ascensão em suas carreiras na música e que mostra com clareza, a máxima de que “juntos somos mais fortes”.

“Era uma vontade que eu tinha há algum tempo. Falei com o Rodrigo Castanho e ele abraçou o projeto na hora. Essa música tem uma mensagem que é importante propagar, ainda mais nesses tempos difíceis de conflitos e inimizades. É gratificante pode cantar isso ao lado de tantas pessoas talentosas, amigos da estrada e de grandes ídolos. Fiquei muito feliz com o resultado.”, diz Ale Casarotto.

“Foi um prazer enorme trabalhar com essa galera e ver essa união entre os artistas, sendo eles já consagrados ou as novas caras do cenário. Fiquei muito feliz em produzir esse trabalho, ainda mais prestando uma homenagem ao mestre Bob Marley”, completa Rodrigo Castanho.

CONFIRA O CLIPE:

ARTISTAS CONVIDADOS
Tato Cruz (Falamansa), Zeider Pires (Planta & Raiz), Marceleza (Maskavo), Marina Peralta, Rodrigo Piccolo (Mato Seco), Marcelo Mira (Alma Djem), PH Moraes, James Lima (Seu Cuca), Neto Trindade, Julia Trindade, Caio Correa (Scracho), Rafael Costa (Zimbra), Rafa Souza (Sons de Saturno), Ras Grilo e Lucas Pierro (Big UP), Raggnomo (Amanajé Sound System), Rike (NDK), Luciano Nassyn, Gabriel Romão (Cabana Jack), Junior Vieira (Puritanos do Cabaret), Helena Badari (AôA), Peu Del Rey, Deko, Raul Paiva e Milena Casagrande (Revoluzen), Cássio Farias, Deco Martins (Hotelo), Glébo (Maquinamente), Arlis (Sô Vibe), Flavin (Expressão Natural) e Simone Brown. 

FICHA TÉCNICA:
Composição – Bob Marley e Curtis Mayfield
Letra em português versão Tribo de Jah
Letra Rap – Ale Casarotto

Versão cover por
Bloco do Caos & Convidados

Produção
Rodrigo Castanho e Ale Casarotto

Direção vocal
Samuel Max

Mixagem e Masterização
Alexandre Chapola

Técnico de gravação
Vini Rabelo

Técnico de gravação bateria
Junior Lanne

Instrumental
Ale Casarotto – Guitarra base
Michele Cordeiro – Guitarra solo
Pedro Cruz – Baixo
Andrew Lee – Bateria
Cidão Formigão – Percussão
Allan Isaías – Trompete
Rodrigo Castanho – Teclados, efeitos e programações

VÍDEO
Filmagem
Ale Casarotto

Edição de vídeo
Ale Casarotto, PH Moraes, e Andrew Lee

Supercombo começa o ano divulgando novo clipe, “Morar”

Faixa é a última do álbum Rogério (2016) a ganhar um vídeo

São Paulo, 2 de Janeiro de 2018 – O 2018 da Supercombo já começou. No último domingo, 1o de Janeiro, a banda de pop rock lançou ovideoclipe inédito de “Morar” – veja aqui. Integrante do álbum Rogério (2016), a música reflete o cotidiano de um casal que passa a viver junto, acompanhando diversos momentos da nova rotina, sejam as  brigas ou os bons momentos.

Dirigido por Cléver Cardoso, o clipe traduz essa rotina por meio de cenas poéticas e tocantes, nas quais os amantes se envolvem e se expandem em seus detalhes – e de acordo com o ambiente que os cerca. A Lua surge como uma personagem coadjuvante, porém essencial: suas fases naturais moldam a vida dos dois, assim como afetam as marés, construindo um paralelo espontâneo entre estes elementos.

“Escolhemos abrir o ano lançando o clipe de uma das músicas mais tocadas ao vivo pela banda e ouvida pelos fãs. ‘Morar’ é sobre um ritmo diferente de vida, uma mudança de hábitos, achamos que tinha tudo a ver com essa época de virada”, explica o vocalista e guitarrista Leo Ramos.

Com belas imagens captadas nas cidades paulistas de Bofete, Cotia, Caraguatatuba e São Paulo, “Morar” é a última música do disco a ganhar um videoclipe e, simultaneamente, marca um novo momento da banda, que se atualiza para este novo ano.

Em 2018, a Supercombo, formada por Leo Ramos (voz, violão e guitarra), Carol Navarro (baixo), Pedro Ramos (bateria) e Paulo Vaz (teclados e sanfona) se volta totalmente ao projeto Session da Tarde –veja a 1a temporada aqui, que terá uma tour nova ao longo dos próximos meses, começando por Jundiaí (SP), no próximo sábado, 13 de Janeiro.

Veja o clipe de “Morar” aqui


Ficha técnica “Morar”
Direção: Cléver Cardoso
Atores: Luiza Brando (@bbrandis) e Woolmay Mayden (@woolmay_mayden)
Direção de Fotografia: Davi Valente
Figurino: Marcela Araújo
Produção: Granada Filmes
Produção Executiva: Elemess

Supercombo

Formada em 2007 no Espírito Santo e atualmente radicada em São Paulo, a Supercombo é uma banda de pop rock com fãs espalhados pelas cinco regiões brasileiras. O grupo, formado por Leonardo Ramos (voz e guitarra), Pedro “Toledo” Ramos (guitarra), Paulo Vaz (teclados) e Carol Navarro (baixo), já possui quatro discos lançados – Festa? (2007), Sal Grosso (2011), Amianto (2014) e Rogério (2016) – e mais de 650 mil de seguidores em seu canal de youtube oficial, “supercomborock”. No momento, a banda divulga seu projeto mais recente, a série de acústicos Session da Tarde, que em 2018 ganha sua própria tour.

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Apostando em MPB e Pop, Los Volks lança single Tarde de Domingo


Banda obteve destaque internacional em 2017 tocando Indie Rock

Após obter relevância internacional tocando Indie Rock, com aparições entre diversas rádios estrangeiras como ISX-Radio (EUA), Control Radio (Reino Unido) e Valley FM 89,5 (Austrália), a banda guarujaense Los Volks acabou de lançar o single Tarde de Domingo. Desta vez com uma nova proposta, a aposta é na MPB e no Pop.

De acordo com Pablo Mello, compositor da faixa e vocalista do sexteto, “Tarde de Domingo expressa toda a ânsia que temos para crescer durante infância, além do quanto nos decepcionamos com a amargura das responsabilidadesda vida adulta”,
afirmou o músico.

Para Vinícius Souza, guitarrista da banda, “a mudança sonora foi o maior desafio, já que muitos caminhos foram abertos no EP Luna (2016). Miramos em guitarras pouco distorcidas e num teclado característico do rock alternativo britânico. Também fomos influenciados pela música pop brasileira dos anos 70”, ressaltou.

O single Tarde de Domingo já está disponível via Spotify, Deezer, iTunes, Youtube e Google Play. O novo trabalho foi produzido por Álvaro Alves e Cláudio Júnior – que também mixou e masterizou a canção. A arte da capa é uma obra de Ana Moreira, sendo que a fotografia foi tirada em agosto na em Itaí, no interior de São Paulo.

Atualmente a Los Volks também conta com os músicos Vinícius Santos (bateria), Isabella Araújo (baixo), Cassandra Elisa (teclado) e Carolyn Areias (voz) em sua formação.

Ouça “Tarde de Domingo”:

“Eu, Oxum”: cantora Héloa lança documentário

​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​(Foto: Reprodução)​

Trabalho fala sobre encontro, imersão espiritual e relação com a força ancestral na vida da sergipana

É Héloa quem está à frente da direção e roteiro do documentário “Eu, Oxum”, ao lado de sua mãe, Martha Sales. Produzido de maneira independente, trabalho conta a história de cinco mulheres que são filhas de Oxum, orixá que representa a força das águas doces, e suas conexões com a fé. A direção de arte e fotografia ficaram por conta de Gabriel Barreto e Marcolino Joe.
Ao todo, são 22 minutos de imagens e memórias do processo individual – e diferenciado – de cada uma dessas mulheres em idade, tempo de inserção na religião e na casa, relações de parentesco e as funções que ocupam dentro desse espaço sagrado, onde Héloa imergiu e se encontrou em sua busca de espiritualidade, força ancestral e reafirmação da mulher negra e sergipana que é.
A trilha sonora, assinada por Vinícius Bigjohn e Klaus Sena, é totalmente dedicada à Oxum e apresenta o retrato do sagrado feminino, da natureza dos rios e mares.

Entre as participações de destaque, o Yalorixá Maria José de Santana, responsável pelo “Ilê Axé Omin Mafé”.  Conhecida como “Mãe Bequinha”, ela também conta sua história, como a mais antiga “filha de Oxum” do município de Riachuelo, localizado na região do Vale do Cotinguiba, interior do Sergipe.

Assista aqui:

Scalene encerra o ano com vídeo de “heteronomia”

O ano de 2017 foi especial para o Scalene. Além do lançamento de um novo disco, magnetite (slap), a banda circulou pelo país, fez shows no Canadá e estreou como atração do palco Mundo do Rock in Rio. Para encerrar o ciclo, a banda brasiliense lança um vídeo ao vivo da faixa heteronomia (assista aqui). Trata-se do terceiro material audiovisual de magnetite – as músicas “distopia” e “ponta do anzol” já haviam ganhado videoclipes (assista, respectivamente, aqui e aqui).
“heteronomia” teve o seu registro ao vivo feito no show de lançamento do disco no Cine Joia, em São Paulo. A intensidade na execução e a identidade do público com a música fizeram com que Gustavo Bertoni (voz), Tomás Bertoni (guitarra), Lucas Furtado (baixo) e Philipe ‘Mkk’ Nogueira (bateria) a escolhessem para ganhar um vídeo. O dinamismo da edição contribue para o resultado final do registro. “A velocidade e a voracidade com que absorveram o magnetite foi muito gratificante e inspiradora”, diz Gustavo Bertoni. “Nossos shows têm sido catarses coletivas e não podíamos deixar de gravar isso”, completa.Em 2016, o grupo lançou o DVD Ao Vivo em Brasília. O lançamento do vídeo de “heteronomia”, contudo, representa um novo momento do Scalene. “Gostamos do nosso DVD, mas sentimos que nosso show já evoluiu bastante desde então”, pensa Gustavo.

Assista aqui:

Ficha técnica:
Direção, edição e câmera principal: Stéfano Loscalzo
Câmera 1: Marcel Klaczko
Câmera 2: Mariana Paiva
Produtora: Gritaria Produções

Siso contempla o passado e suas dimensões em novo clipe, “Saudade”


Com direção e roteiro do artista, vídeo é o primeiro do novo álbum, Saturno Casa 4

É naquela palavra, que só existe em português e traz consigo diferentes pesos e significados, que mergulha o multiartista Siso em seu mais novo vídeo, “Saudade”- veja aqui. A produção integra o repertório de Saturno Casa 4, seu álbum mais recente – ouça o disco completo aqui – divulgado em Novembro deste ano.

Dirigido e roteirizado pelo próprio Siso, “Saudade” apresenta quatro personagens que por meio de performances e coreografias variadas interagem com a cidade à medida que vão sendo transpassados por suas memórias e vivências.

Filmada no centro velho de São Paulo, a produção  tem sua narrativa engendrada em duas obras chaves:  os espaços urbanos discutidos na exposição São Paulo Não é uma Cidade e a linguagem visual do cineasta francês Jean-Luc Godart, marcada por uma estrutura principal que brinca com o acidente e a improvisação dentro de si.

“O clipe é uma narrativa abstrata sobre o afeto e a busca por leveza e espontaneidade em um ambiente caótico”, explana Siso sobre o videoclipe. “Quis transpor de alguma forma a deriva do mar proposta na letra pro concreto da grande cidade e, com isso, trazer questões como a opressão das estruturas, a fragmentação, o isolamento, o apego e a pressão vertiginosa do tempo”, completa o artista.

Com fotografia de Suelen Calonga, “Saudade” também bebe de outras referências, como Robert Longo, Claudia Andujar e Pina Bausch. A edição é de Siso e a produção foi feita em quatro mãos por ele e Calonga.

Veja o videoclipe de “Saudade”


Ficha técnica de “Saudade”
Direção e roteiro por Siso
Fotografia por Suelen Calonga
Edição e produção por Siso e Suelen Calonga
Performers: Siso, Olga OT, João Simões e Guilherme Livraes

SISO

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Yannick Hara lança clipe do single “Luto por Você”

© 2017 Luís França – www.luisfranca.net – Direitos reservados.


É o 4º vídeo do EP “Também Conhecido Como Afro Samurai”

Um dos artistas mais atuantes da cena independente, Yannick Hara lança agora o videoclipe de “Luto por Você”, quarta faixa do EP “Também Conhecido Como Afro Samurai” (2016).

O single, assim como todas as faixas que compõem o trabalho, foi inspirado no mangá Afro Samurai, escrito por Takashi Okazaki (2000). A história em quadrinhos japonesa narra a saga de um samurai negro chamado “Afro” que busca vingar a morte do pai, assinado por Justice.

Dentro deste cenário de luta e vingança, há um momento de trégua e reflexão na trama, como retrata a letra de “Luto por Você”. “Quem eu sou, não sei mais; quem eu fui eu deixei para trás”, revela o conflito interno de Afro.

A participação da cantora Paula Malvar (Vó Tereza) na concepção da música, que entoa os versos do refrão, traz mais sensibilidade à canção, expressando um momento íntimo, como uma conversa entre pai e filho.

O clipe foi gravado em estúdio e dirigido por Rodrigo Furlani, em parceria com o próprio artista.
Veja aqui:

FICHA TÉCNICA
Realização: Live Station
Direção: Seiji Hara e Rodrigo Furlani
Edição e produção: Rodrigo Furlani e Norberto Filho
Beat: Everton Beatmaker
Modelos: Beatriz de Araujo (@bearaujop) e Caroline Oliveira (@caliverod)
Figurino: ZHOI (@_zhoi) e Rose N Crown Brasil (@rosecrownbrasil)
Mixado e masterizado por BlakBone nos estúdios da Live Station (@livestationoficial).

YANNICK
Nascido e criado no centro de São Paulo, Yannick é um rapper independente que não segue os padrões tradicionais do gênero. Enquanto a maioria dos MCs falam do dia a dia nas periferias, críticas ao sistema ou – até mesmo – sobre amor, festas e luxo, o artista busca inspiração em mangás, animes e a cultura geek para escrever suas letras. Com o EP Também Conhecido Como Afro Samurai realizou mais de 40 apresentações, incluindo shows em Guarulhos, Sorocaba, Cuiabá (MT), São Paulo, Mauá, Embu das Artes, São José do Rio Preto e Barueri. O EP ganhou uma resenha no blog Collectors Room de Florianópolis (SC), além de destaque no site Nação da Música, Rap Nacional Download (RND), O Estado de S. Paulo, Jornal Estação, A Crítica (AM), programa Gente Que Fala (Rádio Trianon), programa Mosaico (Rádio EBC) e muito mais. Concedeu entrevista para o Portal R7, MonkeyBuzz e Revista Arte Brasileira. A pedido do Jornal Metro SP, o rapper resenhou a edição “Hip Hop Genealogia” que revê primórdios do gênero. Fez uma apresentação no Estúdio Showlivre, um dos principais palcos da música independente brasileira. E participou do programa Manos e Minas (TV Cultura). Teve o clipe “Vingança” exibido nos programas .BR (Woohoo) e Hip Hop Brasil (Music Box Brazil). O clipe “Também Conhecido Como Afro Samurai” foi transmitido no Hip Hop em Cena (TV Brasil – GO). Lançou o clipe de “A Maldição da Bandana”, com exclusividade pela Billboard Brasil e, posteriormente, o curta “Afro vs Justice” foi exibido em parceria com o Omelete. Em 2017, participou da coletânea “O Mundo Ainda Não Está Pronto – Um Tributo ao Pato Fu”, projeto que reuniu vários artistas de vários gêneros para homenagear os 25 anos da banda mineira. Yannick, junto com Camila Brumatti, fez a faixa “Eu Ando Tendo Sorte”. A faixa ganhou um videoclipe que foi destaque no programa Fique Ligado (TV Brasil), Scream and Yell, entre outros veículos.

Conheça “A Paz que Desejei”, clipe novo de Héloa

Música que fala sobre a busca e o retorno  origens sergipanas ganha versão audiovisual

​​​​(Foto: Gabriel Barreto)

“A Paz que Desejei” traz uma perspectiva da busca por uma paz interior em meio ao caos das grandes cidades. A sua própria natureza, um despertar para a conexão maior e com o que não se vê. Produzida Daniel Groove e João Vasconcelos e com master e mix assinada por Klaus Sena, a canção escrita pelo baiano Eduardo Escariz, foi gravada no estúdio Cambuci Roots e lançada pela Yb Music, em São Paulo.

A canção fala do retorno e o reencontro com o interior de Sergipe, após dois anos vivendo na cidade de São Paulo, diante das tantas incertezas inerentes a carreira artística, tocada pelo choque cultural, pela saudade e o estranhamento (temas frequentes no seu primeiro álbum, “Eu”, o qual a canção faz parte) ela traz a perspectiva de quem “caiu na estrada” viveu entre lá e cá, entre Sergipe e São Paulo, na estrada, no fluxo, afim de nunca deixar as raízes para trás fazendo questão de misturar a brisa e o concreto para estampar suas verdadeiras influências em seu trabalho.

No clipe-documental, gravado em Riachuelo, interior de Sergipe, a cantora (também atriz) decide tornar público, em imagens, o processo de imersão por ela vivido, é a personagem do seu próprio clipe, que se passa na Região do Vale do Cotinguiba, região canavieira, de grande força ancestral no que tange as manifestação de presenças africanas, no estado de Sergipe.

São elementos como estradas, rios, canaviais, em que ela se reencontra e se redescobre o seu mais íntimo eu, dessa vez personificado na figura da força ancestral que lhe acompanha, o sagrado feminino do orixá Oxum. Nesse momento, se inicia mais uma viagem de conexão, margeada por uma natureza singular e uma leveza e simplicidade sem igual.
Com pés descalços, ela percorre esse lugar, entre as alegrias e as dores de quem se encarou de frente, mais uma vez, em busca de sabedoria. Só assim, ela consegue alcançar o Ilê, onde zela e guarda da sua força maior, sua força interior. O clipe encerra com esse encontro que representa o início de um novo caminhar.

Assista aqui:

Cuscobayo lança novo single “Andei Muito”

A batida forte e dançante da Cuscobayo deu um descanso para que a balada “Andei Muito” pudesse nascer em um folk calmo e reflexivo. A canção é o primeiro single inédito do próximo álbum da banda com lançamento previsto para 2018.

Neste lançamento a banda opta pelo acalento e sensação quase gostosa em não ser uma voz a mais na gritaria dos tempos atuais. “O Brasil vive um momento pavoroso, o mundo parece entrar numa espiral de confusão, nossas vidas pessoais são engolidas por esse estado fragilizado e cáustico das coisas… a gente poderia falar sobre isso – e na verdade, falaremos sobre isso no lançamento que seguirá este single – mas, neste momento queremos dar espaço para questões mais atemporais”, pontua Froner.

Um convite à introspecção, “Andei Muito” ganhou clipe igualmente poético (assista aqui). Idealizado pela Toca Audiovisual de Santa Maria, o vídeo traz com sutileza ímpar situações cotidianas misturadas entre três personagens distintos. O cotidiano, sob fotografia cuidadosa, empresta o foco para a música e na letra.

Após o tom crítico e ritmos latinos do disco Cuscobayo (2016), Alejandro Montes de Oca (trompete), Lourenço Golin (baixo), Marcos Sandoval (vocal e cajon), Rafael Castilhos (percussão) e Rafael Froner (vocal e violão) trazem no novo single um discurso intimista e linguagem doce. Sobre a mensagem da canção Froner conta: “A gente costuma colocar o sonho antes da vida, o futuro antes do presente. A mensagem geral da poesia apela pra questão da nossa humildade, do nosso lugar no mundo”.

A sonoridade de “Andei Muito” é costurada com pitadas andinas e guiada especialmente pela escolha do charango que cresce em camadas até a explosão do refrão.

Assista “Andei Muito”:

Sobre Cuscobayo

Formada em julho de 2012, em Caxias do Sul (RS), a banda composta por Alejandro Montes de Oca, Lourenço Golin, Marcos Sandoval, Rafael Castilhos e Rafael Froner se destacou pelas composições próprias e começou a atrair um público fiel. Um ano depois veio Na Cancha, o primeiro EP e lançamento do quinteto, seguido pelo álbum homônimo de estreia que veio ao mundo em 2016. No currículo, mais de 200 shows por cerca de 50 cidades, passando por importantes festivais como Bananada, Morrostock, Móveis Convida, inúmeros Grito Rock, Pira Rural e Acid Rock, além de turnê pela Argentina no final de 2016.

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