Rock e Jovem Guarda? Dá forró

Rock e Jovem Guarda? Dá forró

Homônimo, o décimo disco solo de Raul Seixas (28-06-1945/21-08-1989), chegou ao mercado em 1983. Foi antecedido por Por Quem Os Sinos Dobram, de 79: trabalho mal e porcamente divulgado, não conheceu o sucesso nem de longe. Isto fez com que o baiano ficasse três anos sem gravadora.

Ná Ozzetti: “Sinceramente? Não sei o tamanho da minha voz”

Ná Ozzetti: “Sinceramente? Não sei o tamanho da minha voz”

Certa vez, o engenheiro de som Eduardo Muszkat, criador da gravadora MCD, viu Ná Ozzetti cantar Boneca de Piche (Ary Barroso e Luis Iglesias) e Adeus Batucada (Synval Silva). Foi a deixa para o que viria a ser o oitavo disco de Ná, Balangandãs, de 2009: “Foi ele quem propôs que eu gravasse um disco com o repertório da Carmen. Na época, achei que seria muita pretensão. Mas depois, pela minha história de canto influenciado pelo canto da Carmen, achei que poderia contar a minha versão pessoal. Acabei realizando os shows primeiro, depois o disco”, pontua.

Alzira E: ‘Minha carreira nunca foi uma opção, sempre foi o que eu tenho para dar e para fazer’

Alzira E: ‘Minha carreira nunca foi uma opção, sempre foi o que eu tenho para dar e para fazer’

Ao falar de Alzira E, vamos para Curitiba. Sua família inteira, em 1972, se mudou para cá; Humberto, o irmão mais velho, se formou em jornalismo por aqui; na vida profissional, junto a Itamar Assumpção (13-09-1949 – 12-06-2003), durantes as décadas de 80 e 90, fez vários shows, assim como com Tetê Espíndola nos espetáculos “Anahí” e “Música Pantaneira”. Nos dias 20 e 21 de junho de 1992, se apresentou, no Teatro Paiol, lançando o disco “Amme”. Na época, estava grávida do quinto filho, o único homem, Joy Espíndola. É como a própria diz: “Curitiba é de muito tempo, nossa relação é pessoal e profissional. Minha ligação com essa terra não vai acabar nunca”.

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