Percussão Eletrônica – Parte V

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Roland V-Drums

Hoje, os principais fabricantes de baterias eletrônicas melhoraram a qualidade dos instrumentos, mas sempre baseados nos mesmos princípios das primeiras baterias, disponibilizando modelos simples que facilitam o estudo em lugares pequenos ou em apartamentos, e os kits profissionais que criam um som praticamente indistinguível do de uma bateria acústica. As marcas mais conhecidas e consolidadas hoje são a Yamaha, a DDrum, a Alesis e a Roland. Esses modelos modernos são equipados com sons digitais de alta qualidade, com centenas de samples à mão do baterista, sensores dinâmicos que permitem controlar a dinâmica como numa bateria acústica, triggers múltiplos no mesmo pad, permitindo disparar dois sons diferentes através do mesmo pad, pads de chimbau que são montados em máquinas de chimbau e tocados como tais, e módulos ou cérebros dotados de uma infinidade de controles, como volume, pitch, fades, efeitos, etc.

Dauz Double Pads                                                              

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Também importante nos modernos módulos são as entradas MIDI (Musical Instrument Digital Interface), um protocolo mundial criado em 1982 que permite que instrumentos eletrônicos se comuniquem e se sincronizem entre si e com computadores, de modo que os módulos ou cérebros possam ser usados por disparadores externos como os pads da Pintech, da Dauz, da MalletKat e do Zendrum, talvez o mais interessante “instrumento” desenvolvido no campo da percussão eletrônica.

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Zendrum ZX

Sem entrar na questão estética ou gostos pessoais, as baterias eletrônicas fazem parte da história da bateria e da percussão, e nos fazem lembrar de onde viemos e para onde estamos indo…
Ed Uribe tocando Dauz Pads e MalletKat Percussion

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=6KmvkYiWx2E[/youtube]

 

 

 

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