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Marcelo Frias

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secosemolhadospostRaul Carlos Frias, mais conhecido pelo nome artístico Marcelo Frias, é um músico argentino de pouca repercussão, mas que ficou conhecido como o baterista do primeiro álbum de 1973 do Secos e Molhados. Frias era considerado o quarto integrante do grupo até o fim da sessão de fotos para capa, mas não quis mais participar, embora as fotos já estivessem prontas (seu nome aparece nos créditos do disco como fazendo parte dos Secos & Molhados, e naõ como músico de apoio, como o baixista Willy Verdaguer, com quem formou uma sessão ritmica sensacional). Ele também não chegou a gravar nenhuma das faixas do segundo álbum do conjunto.

Esse álbum é revolucionário por diversos motivos: o grupo apareceu em pleno regime militar no Brasil (o disco foi lançado em 1973), as composições são de enorme bom gosto e ainda extremamente atuais, os arranjos vocais completamente inovadores, e a sensacional sessão ritmica misturando música folcrórica (como o fado/rock “O Vira”), glam rock (como nas músicas “Amor” e “Mulher Barriguda”), rock progressivo (com o baixo de Verdaguer e a bateria de Frias na ponte em 7/4 da música “Assim Assado”), blues (“Primavera nos Dentes”) e poesia. 

O Secos & Molhados foram uma referência para as bandas underground, que não aceitavam a MPB de então como referência, e abriram caminho para as bandas de rock nacional, que até então era representado pelo movimento da Jovem Guarda.

Marcelo Frias participou de gravações com Roberto Carlos, Gal Costa, Ronnie Von e Walter Franco. Participou, junto a Willy Verdager, no grupo Beat Boys, famoso nos festivais da Record da década de 1960.

 

Tocou com:

Secos & Molhados Roberto Carlos Gal Costa Ronnie Von Walter Franco Willy Verdager

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