Magnólia: uma nova face para o Rock brasileiro

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Magnólia é uma banda. É brasileira e não se deixa subestimar assim tão fácil. Iniciada em 2012, o grupo apresenta ao público letras modernas, alternativas e totalmente autorais. Formado por Felipe Machado (vocais), Ricardo d’Almeida (guitarra), Beto Carvalho (guitarra) e JC Matias (bateria), o grupo acredita que é possível desvendar ainda mais camadas de significados quando a música é contemplada também pela visão. E, mais do que um nome em meio a tantos outros distribuídos pelo país, a Magnólia é, na verdade, um respiro para o rock que conhecemos atualmente.

“A Magnólia pode ser rock, pode ser pop, alternativa, enfim, já escutei tantas referências ao nosso som que fica difícil definir o que é, de fato. Dá pra dizer que somos uma banda de rock, mas creio que não é preocupação nossa querer se enquadrar em nenhuma vertente musical específica. Mais do que rótulos, a nossa busca é por uma identidade musical interna, por um fazer musical que expresse bem todas as vozes dentro da Magnólia”, conta Beto Carvalho.

Mesmo longe da mídia mainstream, o rock ainda é um dos gêneros que, consolidado, fortalece e serve de base para as vozes e grupos ativos pelo mundo. “Como dizem, é na dificuldade que grandes cenas musicais emergem e crescem. Temos ouvido pelo país inteiro bandas geniais de rock (indie, pop, metal, hard). Em relação à Magnólia, creio que o nosso som consegue mesclar algo de alternativo e moderno com uma pegada acessível. E, por isso, se deve às próprias influências de nós integrantes, que escutamos desde metal pesado (Slipknot, Killswitch Engage, Pantera) até o pop mais deslavado (Katy Perry, Rihanna, Coldplay)”, ressalta Felipe.

A banda não poupa esforços para apresentar ao público um espetáculo que vai além da música. “A música se recicla, o que faz com que muitas bandas se pareçam umas com as outras. Mas nem sempre isso é um defeito e é até natural que aconteça. No nosso caso, não temos um som pré determinado, não temos vontade de soar parecido com a banda ‘x’ ou ‘y’. Posso dizer que cada membro coloca um pouco de si no processo criativo, para que lá na frente a gente possa ouvir a música genuína da Magnólia. Essa mentalidade, por si só, nos torna ímpar”, é o que diz JC, baterista.

“Fragmento” é o título do primeiro disco da banda, lançado em 2014, e que corre por todas as plataformas digitais. Um trabalho versátil, com músicas que conversam entre si e fazem desta uma seleção inteligente e nada fragmentada de um repertório marcante e completo. Este trabalho conta ainda com três videoclipes: “Cores”, “Abra seus olhos” e o mais recente “Ainda estou aqui”.

Em breve, a banda entra em estúdio para a gravação do segundo álbum, ainda sem título definido, mas que carrega, desde já, uma outra e nova base artística contemporânea, característica marcante da Magnólia. “Acho que este novo álbum vai ser muito mais impactante e autêntico. Como sempre digo: o primeiro álbum que o cara faz é sempre uma reciclagem de todas as músicas que a gente já fez na vida. O segundo você já sabe o que quer e onde quer chegar com aquilo. Experimentamos mais, abusamos mais e não nos privamos de nada que achamos que deve ser feito”, diz Ricardo.

Outras informações sobre a Magnólia estão disponíveis na fanpage oficial da banda (facebook.com/magnoliarock).

O disco “Fragmento” está disponível para audição nos canais: Spotify,Youtube, Deezer, Google Play e iTunes.

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