Francisco, el Hombre anuncia turnê Circuito Sesc de Artes

O ano começou com shows memoráveis da banda Francisco, el Hombre no festivais Psicodália e Rec-Beat; e o ritmo continua! Antes de embarcar para uma turnê em Cuba, o grupo, que mistura suas raízes mexicanas e brasileiras alcançando uma sonoridade transcultural, anuncia a sua participação no Circuito Sesc de Artes.

Serão nove shows gratuitos espalhados por diversas cidades do Estado de São Paulo. A série de apresentações tem início, no dia 1 de abril, na capital paulista, quando o quinteto sobe ao palco do Sesc Campo Limpo. Em seguida, o quinteto segue para Cotia, Embu das Artes, Barretos, Brodowski, Jaboticabal, Américo Brasiliense, Taquaritinga e Matão.

Formado pelos irmãos mexicanos Sebastián  (vocalista, percussionista e violonista) e Mateo Piracés-Ugarte  (vocalista e violonista) e pelos brasileiros Juliana Strassacapa (vocalista e percussionista), Andrei Martinez Kozyre (guitarrista) e Rafael Gomes da Silva (baixista e back vocal), o Francisco, el Hombre fará shows com repertório baseado no elogiado EP La Pachanga.

Confira a datas do Francisco, el Hombre no Circuito Sesc de Artes:

01/04 – SESC Campo Limpo (SÃO PAULO)
02/04 –  Cotia
03/04 – Embu das Artes
08/04 – Barretos
09/04 – Brodowski
10/04 – Jaboticabal
15/04 – Américo Brasiliense
16/04 – Taquaritinga
17/04 – Matão

Sobre Francisco, el Hombre:

Sinônimo de uma corrente musical e transcultural em forma de banda, o projeto musical nasceu a partir dos irmãos Sebastián e Mateo Piracés-Ugarte, que cresceram viajando pelo mundo acompanhados dos seus instrumentos. Fazendo das estradas das Américas, da Europa e da África o seu estúdio, eles encontraram sua base irradiadora no bairro universitário Barão Geraldo em Campinas, SP. Ali, o que era um esboço musical incorporou novos integrantes (Juliana Strassacapa, Andrei Kozyreff e Rafael Gomes), concretizando-se em uma banda madura e estável, cujo som foi lapidado junto a um público multicultural, eclético e ávido por descobrimentos musicais. Batizaram o seu gênero como Pachanga Folk, uma combinação babélica de sonoridades tradicionais e regionais latino-americanas, cantada em espanhol com sotaque brasileiro, português com sotaque latino e inglês a la mexicana. Suas produções mais recentes ganharam ainda novos temperos que os músicos andaram experimentando em suas viagens como côco, cumbia, maracatu, salsa, samba e sopros de ciranda.

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