EGO KILL TALENT LANÇA NOVO DISCO HOMÔNIMO

Primeiro álbum cheio da banda brasileira de rock foi produzido e mixado por Steve Evetts, do estúdio californiano The Omen Room

Reflexões sobre questões como o desapego, as expectativas e as essências individuais são alguns dos temas abordados no novo e primeiro disco cheio da banda brasileira de rock Ego Kill Talent. Homônimo e com mixagem e masterização realizadas em estúdios internacionais, o álbum já está disponível nas plataformas digitais, via Elemess. Ouça aqui.

Formado por Jean Dolabella (guitarra e bateria), Jonathan Correa (vocal), Raphael Miranda (bateria e baixo), Niper Boaventura (guitarra e baixo) e Theo Van Der Loo (baixo e guitarra), o Ego Kill Talent renova a atual cena roqueira brasileira com um álbum vibrante e pesado, composto de dez faixas no total, entre elas canções inéditas e singles divulgados em anos anteriores.

Gravado no Family Mob Studios, em São Paulo, Ego Kill Talent (2017) foi produzido pelo americano Steve Evetts, que já trabalhou com nomes como The Dillinger Escape Plan, The Cure, Giraffe Tongue Orchestra, entre outros. Evetts também é responsável pela mixagem do disco, realizada em seu estúdio The Omen Room, em Garden Grove, Califórnia com exceção da faixa “Try (There Will Be Blood)“, mixada por Cris Simões (no Pacific Studio, em Belo Horizonte, MG).

A masterização é de Alan Douches (do West Side Music Studios, em Nova Windsor, NY), a não ser a faixa “Try (There Will Be Blood”), masterizada por Rodrigo Deltoro (no DaHouse Audio, em São Paulo, SP).

De melodia rápida e furiosa, “Just To Call You Mine” abre o disco impactando pela potência da letra, que fala sobre o sentimento de possessão. Numa linha mais pop, mas não menos roqueira, “Last Ride” reflete a necessidade humana – e nem sempre eficiente – de buscar respostas do lado de fora.

Mesclada também numa toada pop e de peso, “Still Here” traz uma natureza zen-budista apontando para o que é constante e igual em todos. Na sequência, “Heroes, Kings and Gods” explode com um instrumental vibrante no meio da faixa, marcada pelo baixo intenso e um forte vocal.

Numa pegada stoner bem marcada, “Sublimated” apresenta uma guitarra dilacerante, parte de um reflexo melódico da sublimação narrada na letra, na qual uma mágoa evolui para um processo artístico. Enquanto isso, “We All” evoca a igualdade entre todos.

Em “Same Old Story” os destaques são dois: o violão, que desenha e define toda a melodia da música e o lamento temático, que aponta a eterna busca pelo poder por parte da humanidade. “Old Love and Skulls” é expansiva em sua melodia e nostálgica em sua composição, cuja mensagem traz o pouco de cada um que existe naqueles que estão – ou já estiveram – ao nosso redor.

A penúltima, “The Searcher”, fala das falsas expectativas e das consciências individuais vindas daí, antecipando a explosiva “Try (There Will Be Blood)”, que encerra o álbum num rock enérgico sobre a superação de uma crise que parece não ter fim.

“O rock, quando feito com emoção e verdade, ele realmente nos toca. E eu acredito que a gente tenha registrado esses sentimentos todos no disco”, comenta Theo Van Der Loo sobre as mensagens presentes no álbum. “Todas as letras, nossas criações musicais, tudo isso faz parte de um processo de questionamentos. A intenção é utilizar esses questionamentos como caminhos para se libertar de qualquer coisa que nos faz sofrer”, completa.

Ouça aqui Ego Kill Talent

Sobre a Ego Kill Talent

O Ego Kill Talent é um grupo brasileiro de rock formado em 2014 em São Paulo (SP). Composta por Jean Dolabella (bateria e guitarra), Jonathan Correa (vocal), Raphael Miranda (bateria e baixo), Niper Boaventura (guitarra e baixo) e Theo Van Der Loo (guitarra e baixo), a banda já possui dois EPs lançados: Sublimated (2015) e Still Here (2016). Com esses trabalhos e em menos de um ano o Ego Kill Talent teve mais de um milhão de plays no Spotify, resultado alcançado por meio de várias playlists das quais o grupo participou, além do período de cinco semanas que a banda permaneceu no Top 50 Viral do aplicativo no Brasil. O nome Ego Kill Talent é uma abreviação do ditado “too much ego will kill your talent” [muito ego pode matar seu talento], que também explica a preferência do grupo para criações feitas coletivamente. Mesmo com pouco tempo de estrada, o Ego Kill Talent já se apresentou em palcos importantes, entres eles o do festival Lollapalooza Brasil, Maximus Fest e Planeta Atlântida. A banda começa 2017 indicada na lista de principais apostas musicais do Google Play e lançando seu primeiro disco cheio, homônimo, no dia 20 de janeiro.

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