Cida Moreira abre a programação Quintas Musicais em 2016 com show do novo CD Soledade

Com um repertório que vai de Viola Quebrada, de Mário de Andrade, a O Pulso, dos Titãs, a cantora faz uma viagem pelo Brasil por meio das suas referências musicais que vão do sertão à cidade

No dia 18 de fevereiro (quinta-feira), às 20h, o Itaú Cultural recebe no primeiro Quintas Musicais do ano a cantora Cida Moreira, com o show do seu novo disco, Soledade (Joia Moderna). Lançado em outubro de 2015, o álbum é conduzido pela voz de Cida, que revela a música brasileira em um roteiro tanto biográfico quanto histórico, trazendo as influências da artista e transportando o público a diferentes tempos e espaços.

Cida Moreira segue no palco a linha dramatúrgica proposta pelo disco, e interpreta todo o repertório de Soledade. “Ele discorre com emoção e lucidez sobre um país que está dentro do meu coração de brasileira, e encravado na inestimável experiência do conhecimento concreto dos lugares mais remotos e significantes desse meu país”, diz a cantora.

Acompanhada por Adriano Busko na percussão, Izaías Amorim no contrabaixo acústico e elétrico, Yuri Salvagnini no acordeom e piano, e Omar Campos nos violões, viola e guitarra, além da direção musical, Cida abre o show com Viola Quebrada, de Mário de Andrade, e segue com interpretações bastante personalizadas de canções como Bom Dia, de Gilberto Gil e Nana Caymmi; o domínio público Moreninha; Forasteiro, de Hélio Flanders e Thiago Pethit; Poema, de Alice Ruiz; O Pulso, de Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Tony Bellotto; e As Pastorinhas, de Noel Rosa e João de Barro.

Dentro da proposta cênica e sonora do disco, ela apresenta, ainda, outras três canções que dialogam com a linha melódica, dramática e musical: Cajuína, de Caetano Veloso; Minha Nossa Senhora, de Fátima Guedes; e Na Hora Do Almoço, de Belchior.

REPERTÓRIO
Viola Quebrada (Mário de Andrade)
Bom Dia (Gilberto Gil e Nana Caymmi)
Um Gosto de Sol (Milton Nascimento)
Moreninha (domínio público)
Minha Nossa Senhora (Fátima Guedes)
Forasteiro (Hélio Flanders e Thiago Pethit)
Poema (Alice Ruiz)
Poema da Rosa (Jards Macalé e Augusto Boal)
Oitava Cor (Luiz Felipe Gama e Tiago Torres da Silva)
Na Hora Do Almoço (Belchior)
Preciso Cantar (Arthur Nogueira)
Como um Picolé no Sol (Nico Nicolaievsky)
Outra Cena (Taiguara)
Cajuína (Caetano Veloso)
Construção (Chico Buarque)
A Última Voz do Brasil (Tico Terpins, Zé Rodrix, Próspero Albanese e Armando Ferrante)
As Pastorinhas (Noel Rosa e João de Barro)

Sobre Cida Moreira

Cida Moreira (São Paulo, 1951) estreou nos palcos brasileiros na década de 1970. Seu primeiro trabalho musical, Summertime, produção independente realizada ao vivo, foi lançado em 1981, com clássicos do jazz e do blues, além da versão censurada de Geni e o Zepelim, de Chico Buarque. Cantora, pianista e atriz, lançou 10 álbuns, dentre os quais Cida Moreira interpreta Brecht (1988), Cida Moreira canta Chico Buarque (1993) e A Dama Indigna (2011). Ganhou o prêmio de Melhor Atriz pelo filme O Que Se Move (2013), no Lakino Film Festival, em Berlim.

SERVIÇO

Quintas Musicais
Cida Moreira, show do CD Soledade
Dia 18 de fevereiro de 2016 (quinta-feira), às 20h
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: Livre
Sala Itau Cultural (249 lugares)
Entrada franca (ingressos distribuídos com 30 minutos de antecedência)
Estacionamento: Entrada pela Rua Leôncio de Carvalho
R$ 10 pelo período de 12 horas.
Se o visitante carimbar o tíquete na recepção do Itaú Cultural: 3 horas: R$ 7; 4 horas: R$ 9;
5 a 12 horas: R$ 10.
Com manobrista e seguro, gratuito para bicicletas.
Acesso para deficientes físicos
Ar condicionado

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