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Chegou a hora de você ser apresentado a voz de labareda da Tânia Azze

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taniaPessimistas advertem: no Brasil, se a eutanásia fosse permitida, a música brasileira já estaria com velório marcado. Vamos imaginar que sim, tudo bem? Então, é a minha deixa para lhe apresentar o antídoto, cura ou como queira se referir. Chama Tânia Azze.

Mineira de Belo Horizonte, esta artista é regida pela santíssima trindade do jazz, R&B e rockabilly. Em 2013, debutou no mercado fonográfico com o EP Aspas, produzido e gravado por Dudu Horta, no Abacate Estúdio.

Ao checar o repertório apresentado neste trabalho, o ouvinte logo saca o título que o batiza: são sete canções, todas de outros compositores, vestidas pela voz e interpretações singulares de Tânia, o que faz com que suas versões passem bem longe do cover barato ou do status de cantora perdida que atira para todos os lados.

Junto a André Benai (sax alto, soprano e tenor); Humberto Lima (bateria); Marcelo Costa (trompete); Matheus Mozelli (baixo) e Ricardo Laudares (guitarra), a cantora e compositora passeia por repertório barra-pesada, no melhor dos sentidos. Vamos conhecê-lo?

Composta há 83 anos e com gravações que vão do espanhol ao japonês, Summertime (DuBose Heyward, George Gershwin e Ira Gershwin), mundialmente famosa com Janis Joplin, ganhou trompete marcante de Marcelo Costa, numa dobradinha forte com a voz de Tânia.

1488576_10202509697214795_511245308_nPrimeira das três faixas sessentistas apresentadas, Oh! Darling, da dupla Lennon/McCartney, presente no disco “Abbey Road” (1969), aparece renovada e incendiária, seja pelos tons inflamados da interpretação ou pela guitarra de Ricardo Laudares.

Apesar de originalmente gravada por Gloria Jones, em 1961, Tainted Love, de Ed Cobb, só virou hit quando o Soft Cell, 20 anos depois, a gravou. Na releitura de Tânia, vale destacar a camada de sopros e o resgate em si.

Se quando você pensa em anos 80 sua cabeça imagina lindas polainas, Madonna e exagero estético, preste atenção em I Don’t Wanna Dance (Eddy Grant) e mude de opinião. Dá para visualizar quando, terna, Tânia canta: Eu não quero dançar, dançar com você, querida, não mais. Apesar disso eu jamais faria algo para te magoar.

He Can Only Hold Her (Amy Winehouse, Richard e Robert Poindexter e John Harrison) e You Know I’m no Good, do repertório de Amy Winehouse (14 de setembro de 1983 – 23 de julho de 2011), das maiores influências de Tânia, que sempre a homenageia em shows especiais, aparecem em versões eficientes.

Going up the Country, composta por Alan Wilson, da banda Canned Heat, vem escorada em vocais de Digo Leite, guitarra e baixo de Eduardo Horta e bateria de Rodrigo Guimarães Rosa.

 Arthur Vilhena.

Abaixo conheça um pouco do trabalho de Tânia Azze

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1 Comentário

  1. Yamara disse:

    Amoooooo !

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