Batuka! Brasil 2011

batukabrasil_web2BATUKA! BRASIL INTERNATIONAL DRUM FEST

 

Dias 30 e 31 de julho, às 17h

LOCAL

Auditório Ibirapuera – www.auditorioibirapuera.com.br

Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº

São Paulo – SP

INGRESSOS

Inteira: R$ 30,00
Meia: R$ 15,00

À venda nas bilheterias do Auditório Ibirapuera e através da reserva facilitada pelo email
reservas@auditorioibirapuera.com.br
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 VEJA A PROGRAMAÇÃO E O RELEASE DOS ARTISTAS

Sábado, 30/07

Aquiles Priester (Brasil)

Batuka! Brasil – DOT (Concurso Nacional de Bateristas)

Damien Schmitt (França)

Dom Famularo (EUA)

Quintino Cinalli (Argentina)

Vera Figueiredo (Brasil)

Domingo, 31/07

Colin Bailey (Inglaterra)

Damien Schmitt (França)

Dom Famularo (USA)

Fabiana Fonseca & Bruna Barone (Brasil)

Quintino Cinali (Argentina)

Renato Martins (Brasil)

Robby Ameen (EUA)

OS PARTICIPANTES:

Batuka! Brasil – Aquiles Priester

aquilespriester_webAQUILES PRIESTER (Brasil)

Aquiles Priester nasceu em Otjo, África do Sul, onde viveu até os cinco anos de idade. Aos quatro anos, ele viu uma bateria pela primeira vez. Era de um baterista de jazz em um programa de televisão. Aquele foi o seu primeiro contato com o instrumento, e o único, durante muitos anos.

Em novembro de 1997, após estar tocando por doze anos, ele formou o Hangar, começando a tocar covers de heavy metal, antes de a banda fazer as próprias músicas. Eles ensaiavam todos os finais de semana, cerca de oito a dez horas por dia. A banda tinha uma incrível comprometimento, pois todos estavam investindo o tempo necessário para que a banda acontecesse.

O CD da Hangar foi bem recebido pela crítica especializada, seguido pela projeção nacional da banda. Aquiles recebeu um convite para gravar, junto a outros músicos brasileiros, um disco com Paul Di’Anno (Iron Maiden). O Cd “Nomad” foi gravado em 2000, em São Paulo, e logo após as gravações a banda fez uma turnê pelo país. Foi assim que Aquiles percebeu que muitas pessoas conheciam seu trabalho com o Hangar.

Em 2001, Aquiles recebeu, informalmente, um convite para ser o novo baterista do Angra. Com esta banda, ele gravou os discos “Rebirth” (2001), “Hunters and Prey” (2002), “Live in São Paulo” (2003), “Templo of Shadows” (2004) e “Aurora Consurgens” (2006).

Em 2004, ele lançou o seu primeiro DVD didático, o “Inside my Drums”. Depois do lançamento, viajou pelo Brasil, durante os anos de 2003 e 2004, apresentando workshops. De 2002 a 2008, Aquiles foi votado o melhor bateristas de heavy metal por revistas especializadas e sites brasileiros. Em 2002, no Japão, de acordo com a revista Burrn!, ele ficou em 15º lugar, em 2004 em 4º lugar, em 2005 em 9º lugar, em 2006 e 2007 em 6º lugar no ranking dos trinta melhores bateristas do mundo.

Em janeiro de 2006, a Mapex confirmou a participação de Aquiles no Drummer Live Festival, em Londres. Em fevereiro, ele apresentou seu primeiro workshop fora do Brasil. Foram cinco apresentações na Colômbia, Portugal e na Espanha. Em março, ele fez sua primeira turnê de workshops pelo Nordeste do Brasil. No mês seguinte, o excelente retorno dos workshops, apresentados na América do Sul, o ajudou a confirmar mais datas no continente, três delas no Chile e uma no Peru.

Alcançou uma grande meta, em 2006, com o lançamento do kit de bateria Aquiles Priester, pela Mapex. Foi a primeira vez na história da música brasileira que um baterista teve um modelo de bateria assinatura lançada por uma marca mundialmente reconhecida. No mesmo mês, aconteceu o Drummer Live, em Londres, e Aquiles finalmente realizou um sonho ao encontrar pessoalmente e tocar com ninguém menos que Nicko McBrain.

Batuka! Brasil – Bruna Barone

brunabarone_webBRUNA BARONE (Brasil)

O primeiro contato de Bruna Barone com a música foi aos seis anos de idade, através das aulas de piano.
A bateria entrou em sua vida aos quatorze anos de idade, quando começou os seus estudos com o professor Giba Favery, no IP&T (Instituto de Percussão e Tecnologia), onde se formou, em julho de 2010. Continuou seus estudos na mesma escola, com Christiano Rocha, e posteriormente, passou a ministrar aulas de bateria.

Em 2006, começou a se apresentar em casas noturnas de São Paulo. No mesmo ano, concluiu um curso de extensão cultural na PUC de História da Música.

No início de 2009, interessada em aprimorar seu conhecimento em ritmos brasileiros, iniciou o curso de bateria no IBVF (Instituto de Bateria Vera Figueiredo) com a professora Vera Figueiredo, o qual continua a frequentar até hoje. Como complemento, também frequenta o curso de Teoria & Solfejo do IBVF, ministrado por Felipe Uchida.

Em agosto de 2010, participou do Drum Fantasy Camp, em Cleveland/OH, nos Estados Unidos, participando de masterclasses com os bateristas Dave Weckl, Peter Erskine, Tommy Igoe, Thomas Lang e Jojo Mayer. No IBVF, participou das masterclasses dos bateristas Dom Famularo e John Riley, do percussionista Julio Cesar Barro, entre outros.

Elaborou, com a supervisão de Vera Figueiredo, o curso de Finale, que atualmente consta na grade de cursos do IBVF, e do qual é professora.

 

Batuka! Brasil – Colin Bailey

colinbailey_webCOLIN BAILEY (Inglaterra)

Nascido em Swindon, na Inglaterra, em 9 de julho de 1934, Colin Bailey toca bateria desde os quatro anos de idade. Ele também estudou piano e teoria muito cedo, e trabalhou com bandas inglesas desde os dezoito anos.

Colin viveu na Austrália no final dos anos cinquenta e fez parte da equipe do canal T.V., em Sidney. Naquela época, acompanhou grandes músicos de jazz que estavam de passagem, entre eles Dizzy Gillespie e Sarah Vaughan. Em 1960, Colin se encontrou com a maior influência em sua vida de baterista. Trata-se de Joe Morello, que foi a Austrália em ocasião da turnê com o Dave Brubeck Quartet. Colin fazia parte da banda de abertura de Brubeck. Ele diz: “Eu tinha escutado Joe tocar em um disco. Eu sabia que ele tinha uma forma extraordinária de tocar, mas quando eu o vi e ouvi tocar ao vivo, percebi que eu tinha de ter aquela técnica. Durante duas semanas, assim que Joe se levantava, diariamente, lá eu estava com meu pad de estudos. Ele foi tão bondoso, mostrando-me a técnica de finger control de George Lawrence Stone. Isso mudou minha vida. Eu passava horas, todos os dias, tentando fazer o melhor (Eu ainda estou praticando para dominá-la!) e isso fez uma grande diferença na minha maneira de tocar. Eu consegui um maior controle de volume, conseguindo tocar baixo, mas com pressão, algo que é difícil para muitos bateristas. E desde então Joe e eu passamos a ser grandes amigos.”

Em 1961, Colin se mudou para os Estados Unidos, como integrante do Australian Jazz Quartet. Seis semanas depois, ele entrou para o Vince Guaraldi Trio, e tocou em clubes de São Francisco, incluindo várias semanas no Trident, em Sausalito, e outros clubes conhecidos como The Blackhawk e Jazz Workshop. Neste período, o trio tocou com os grandes Bem Webster, Jimmy Whiterspoon e Gene Ammons.

Em fevereiro de 1962, foi lançado o disco “Jazz Impressions of Black Orpheu”, contando com a composição de Vince, “Cast your fate to the Wind”, que alcançou o primeiro lugar. Este disco teve um importante papel na vida de Colin.

Em janeiro de 1963, ele recebeu uma ligação de Victor Feldman, que perguntou se ele estaria interessado em ir a Los Angeles para fazer parte de seu trio. Victor escutara o disco e queria que Colin fosse integrante de seu grupo. Colin se mudou para Los Angeles. E exposição ao tocar com Victor foi imensa. Músicos locais e visitantes iam ao clube The Scene, na Sunset Boulevard, para ver o trio tocar. Não demorou e Colin recebeu uma ligação de Dick Bock, o dono da gravadora World Pacific Jazz, para gravar um single com Clare Fischer, com Albert Stinson no baixo. Dick disse que o motivo de ele ter contratado Colin foi ter escutado “Cas your fate to the Wind”. Essa gravação se tornou o disco inteiro, porque Dick gostou da forma como o trio tocava junto.  O disco “Surging Ahead” conseguiu cinco estrelas na revista Down Beat. Este trabalho proporcionou outro importante contato para a careira de Colin. Joe Pass tinha acabado de assinar com a World Pacific Jazz e gravou o seu “Catch me” com o mesmo trio (Clare, Albert e Colin). Este foi o início de uma grande amizade entre Colin e Joe. Nos trinta e dois anos seguintes, eles trabalharam juntos em diversos discos, programas de tevê e bandas. O mesmo tipo de amizade que havia entre os integrantes do Victor Feldman Trio: Victor, Monty Budwig (um grande baixista) e Colin.

De 1963 a 1979, a carreira de Colin Bailey em Los Angeles e na estrada era extensa. Ele tocou e gravou, entre outros, com  Joe Pass, Victor Feldman, Joe Williams, Benny Goodman, George Shearing, Chet Baker, Hampton Hawes, Jim Hall, Red Mitchell, Roger Kellaway, Phil Woods, Pete Jolly, Ray Brown, Tommy Flanagan, Terry Gibbs, Buddy De Franco, Jimmy Rowles, Barney Kessel, Herb Ellis, Joao Gilberto, Peggy Lee, Tony Bennett, Coleman Hawkins, Gerry Mulligan, Michel Legrand, Dave Grusin, Harry ‘Sweets’ Edison, Clare Fischer e Blossom Dearie.

Em setembro de 1963, Colin foi chamado para substituir Tony Williams no novo quinteto de Miles Davis. A banda de Miles tinha agendado apresentações em outro clube de jazz, chamado It Club. Miles passou várias noites no The Scene (onde Colin tocava com Victor Feldman), porque queria que Victor fosse o pianista da sua nova banda. Curiosamente, Victor recusou o convite, e Miles contratou Herbie Hancock. Quando Miles e banda estavam no clube para a passagem de som, havia alguma pessoas lá, de algum tipo de conselho, que disseram que Tony era jovem demais para tocar em lugar como aqueles. Ele tinha apenas dezesseis anos. Miles precisava de um baterista, e tendo escutado Colin com Victor, ele o chamou para cobrir algumas noites, até que eles pudessem dar um jeito de Tony tocar. “Esta foi uma das grandes emoções da minha vida”, diz Colin.

Entre 1964 e 1965, Colin foi membro da banda de Terry Gibbs no programa de TV  de Regis Philbin. Era um ótimo programa para o jazz. Como membro da sessão rítmica, Colin tocou com convidados como Duke Ellington, Count Basie, Dizzy Gillespie, Sarah Vaughan, Mel Torme, June Christy, entre outros.

Em 1967, Colin começou uma carreira de doze anos de estúdio, em Los Angeles, fazendo vários shows de televisão, jingles, gravações, trilhas para cinema e televisão que incluem ganhadores do Emmy, entre eles Fred Astaire Easter Show, Julie Andrews Show, Merv Griffin, e The Charlie Brown Christmas e A Boy Named Charlie Brown (especial de Linus e Lucy com Vince Guaraldi). Ele fez substituições para Ed Shaughnessy no Tonight Show com Johnny Carson por seis anos, e para o Carol Burnett Show. Tocou com outros grandes nomes do jazz em vários shows, entre eles Cannonball Adderly, Errol Garner, Lionel Hampton, Carmen McRae e Mel Torme. Nos programas de televisão, ele tocou todo tipo de música, de Beverly Sills (ópera) a James Brown.

Em 1979, Colin se mudou para Dallas para trabalhar no cenário dos jingles, que estava em alta na época.  Foi professor de bateria na University North of Texas de 1982 a 1984. Ele tocou  na maioria dos finais de semana com Red Garland em um clube em Dallas. Em 1983, entrou na banda de Richie Cole, Alto Madness, apresentando-se no Japão e na Europa, e saindo em turnê pelos Estados Unidos. Foi um período difícil, porque ele ainda dava aulas de bateria. Durante este período, também tocou com Carl Fontana, Eddie ‘Lockjaw’  Davis, James Moody, Peppers Adams, entre outros.

Em 1985, mudou-se novamente para a Califórnia, e atualmente vive em São Francisco, onde toca com seu grande amigo, o pianista Dick Hindman. Desde essa mudança, ele já tocou com Stan Getz, Kenny Burrell, Herb Ellis, Charlie Byrd e as cantoras Carol Sloane, Ernestine Anderson, Susannah McCorkle, Rosemary Clooney e Joe Williams. Neste período, ele trabalhou e gravou com os artistas da gravadora Concord Records Howard Alden, Frank Vignola, Jimmy Bruno e Stef Scaggiari. Em 1989, Joe Pass retomou o quarteto que gravou “For Django”.  Eles gravaram sete discos e tocaram no Blue Note do Japão, assim como em espaços nos Estados Unidos, até a morte de Joe,  em maio de 1994. Como Colin diz: “Foi um bônus na vida ter passado esse tempo tocando com Joe e o grupo novamente.”

Colin excursionou pelos Estados Unidos, Japão, Europa, América do Sul e Canadá, com Benny Goodman, George Shearing, Richie Cole, Vic Damone, Ernestine Anderson, Al Hirt, Doc Severinsen, Carol Sloane, SUsannah McCorkle e Joe Pass. Também gravou com Frank Sinatra, e por indicação de João Gilberto, com Tom Jobim.

 

Batuka! Brasil – Damien Schmitt

damienschmitt_webDAMIEN SCHMITT (França)

Damien Schmitt é um baterista francês que vem de uma longa linhagem de músicos. Ele é mais conhecido pelo seu trabalho junto ao renomado violinista francês de jazz e rock Jean Luc Ponty. Ponty ficou tão impressionado com a musicaldiade, técnica e criatividade de Schmitt que o contratou imediatamente.

Ele começou a tocar aos quarto anos de idade, acompanhando seus pais na orquestra da família. Desde então, acumula uma gama de conhecimento musical que engloba o funk, o hip-hop, o metal, o rock, o jazz e o fusion. Ele tem tocado e gravado com os tops músicos de jazz franceses, tendo se apresentado no prestigiado festival “Printemps de Bourges”, com sua própria banda.

Ele tem trabalhado com grandes músicos de jazz, entre eles Frank Gambale, Zapa MaMa, assim como Alain Caron, Hadrien Feraud, DFominique Di Piazza, Sixun e Lionel Louèkè. Também tem ministrado workshops com frequência nos Estados Unidos e no Japão.

 

Batuka! Brasil – Dom Famularo

domfamularo_webDOM FAMULARO (Estados Unidos)

Sua bateria sensacional e brilhante habilidade de comunicação deram a Dom Famularo a reputação de ser um dos maiores bateristas/educadores e motivadores em atividade. Através de turnês históricas pela China e Extremo Oriente, arrancando aplausos de pé em praticamente todos os eventos importantes percussão na Europa e nas Américas, este artista vibrante de Long Island, Nova York é conhecido por oferecer performances divertidas, inspiradoras e originais.

Tutelado por grandes lendas da bateria como Joe Morello, Jim Chapin, Al Miller, e Ronnie Bento, Dom combina a habilidade técnica do passado com os conceitos que quebram os mais atuais paradigmas em seu estilo altamente criativo e pessoal de tocar bateria. Com mãos alimentadas pela famosa técnica Moeller e pés dançando, em levadas de pedal duplo, em altíssima velocidade, Dom proporciona performances que passam por várias dinâmicas e estilos com extrema energia e facilidade. Seu som é permeado por elementos de jazz, funk, fusion e ritmos latinos, enquanto cada batida sua invoca a inventividade que torna a sua bateria tão emocionante, divertida e inspiradora.
Como o primeiro baterista ocidental a ministrar clínicas na China, Dom está acostumado a ser notícia. Foi o convidado especial no primeiro concerto de tributo ao Buddy Rich (Buddy Rich Tribute Concert), evento que ajudou a organizar. Destacou-se tanto como host quanto em sua apresentação no Pacific Rim Drum Festival (primeiro evento dedicado à bateria a ser transmitido ao vivo pela Internet). Atração principal em grandes eventos como o International Koblenz Drummer Meeting na Alemanha, o Florida Drum Expo, o Paris Music Show, o gigantesco Drummer´s Day na Austrália, o Heartbeat World Rhythm Spectacle para a TV canadense e o Montreal Drumfest.

Dom não depende de fazer parte de alguma grande banda para ser famoso, mas as suas apresentações com a Buddy Rich Big Band, BB King, Lionel Hampton, Chuck Leavell (Rolling Stones), T Lavitz (Dixie Dregs), e o grande Louie Bellson Band revelam o seu alto nível. Ele já dividiu o palco com Dave Weckl, Steve Gadd, Vinnie Colaiuta, Simon Phillips, Billy Cobham, Bernard Purdie, Rod Morgenstein,  Chester Thompson, Terry Bozzio, Will Calhoun, Deen Castronovo, McKinnon Russ, Chad Smith, Mark Schulman, Denny Carmassi, Liberty DeVitto e Jim Chapin em eventos de percussão pelo mundo. Dom recorda carinhosamente suas performances, com os já falecidos Jeff Porcaro e Larrie Londin, dos quais se orgulha de ter tido a oportunidade de conhecer e tocar junto.

Além de apresentações em grandes exposições e turnês de clínicas, Dom é um educador ativo em faculdades, escolas e cursos intensivos. Ele tem tocado na convenção da P.A.S. (Percussion Arts Society), Percussion Institute of Technology (PIT), em Hollywood, Califórnia, e no festival KoSa em Vermont EUA, na North Texas State University, no Percussion Camp de Graham Cole Percussão na Inglaterra, e no Drummer´s Camp na Floresta Negra na Alemanha. Além disso, ele é um consultor muito solicitado por grandes empresas de música, e atua como diretor de Educação para Sabian Ltd., Vic Firth inc. e baterias Mapex.

 

Batuka! Brasil – Fabiana Fonseca

fabianafonseca_webFABIANA FONSECA (Brasil)

Nasceu em Capão Bonito, interior de São Paulo. Seu primeiro instrumento foi o violão, que chegou a sua vida cedo, aos cinco anos de idade.

Aos nove anos de idade, Fabiana entrou em uma escola de música em Peruíbe (SP), onde mora, no curso de percussão. Aos dezesseis, começou a estudar trombone na ULM, onde permaneceu por dois anos.

Aos dezoito, entrou no Conservatório de Tatuí (SP), onde permaneceu por quatro anos, para estudar trombone com o mestre Gilberto Gagliardi.

Desde os quatorze anos de idade, ela vem atuando no cenário musical como baterista e baixista, o que bancava seus estudos. Em 2006, entrou no IBVF (SP), e desde então, é aluna da baterista Vera Figueiredo.

Fabiana também vem atuando como instrumentista substituta para a baixista Gê Côrtes e para a baterista Vera Figueiredo da Banda Altas Horas, programa apresentado por Sergio Groisman na TV Globo.

Integrante da banda Siri na Lata e baterista do musical Cabaret Luxuria, em cartaz, atualmente, em São Paulo.

 

Batuka! Brasil – Quintino Cinalli

quintinocinalli_webQUINTINO CINALLI (Argentina)

Quintino Cinalli é baterista e percussionista de Santa Fé, Argentina, que tem dado uma importante contribuição ao desenvolvimento da percussão da América do Sul, adaptando ritmos folclóricos como Candombe, Murga, Chacarera, Zamba e Tango para a bateria e percussão. Ele é um artista inovador e apaixonado que incorpora distintos gêneros das raízes da música sul-americana ao Jazz, Rock e World Music, enquanto preserva a riqueza da sua herança cultural.

Suas apresentações estão a serviço da emoção, não apenas através dos tradicionais elementos da improvisação, mas também através da utilização dos mais variados instrumentos de percussão, e da criação de ambientes sonoros fascinantes.  Ele tem se apresentado com grandes músicos, entre eles Pedro Aznar, Rubén Rada, Hugo Fattoruso, Airto Moreira, Terry Line Carrington, Lito Vitale, Alphonso Johnson, Dino Saluzzi, entre outros. Também tem participado de diversos festivais pela América Latina, Europa e Estados Unidos.

Em 2004, Quintino foi premiado com o FONDART. Em 2055, foi reconhecido, durante o Mendoza International Drum Fest (Argentina), pelo seu talento e contribuição à música latina.

Quintino lançou quatro CDs solo, além de ser o autor de um livro sobre ritmos uruguaios, o “Candombe y Murga Rioplatense”. Ele tem sido professor na Escola de Música e Som da UNIACC, Universidade de Santiago, Chile, assim como ministrado masterclasses internacionais.

Em 2009, ele reconhecimento artístico conferido pela cidade de Santa Fé – Venado Tuerto (Argentina).

Atualmente, Quintino se divide entre a Argentina e os Estados Unidos, onde colabora com a variedade de músicos locais, e participa de gravações.  Enquanto aperfeiçoa e expande seus horizontes musicais, ele continua a trabalhar em seus projetos musicais pessoais.

 

Batuka! Brasil – Renato Martins

renatomartins_webRENATO MARTINS (Brasil)
O multi-instrumentista Renato Martins, nascido no Rio de Janeiro e criado em São Paulo, começou a tocar percussão e piano quando tinha apenas quatro anos de idade. Sua formação musical começou aos seis com o maestro Silvio Tancredi. Estudou bateria e piano, concentrando-se na música popular brasileira e no jazz, na Escola do Zimbo Trio, o CLAM. Finalizou seus estudos de música com os cursos de piano erudito com a professora Leda Maria Chacur Alves e de composição e regência na Faculdade de Arte Santa Marcelina.

Renato foi um autodidata na maioria de suas técnicas de percussão e criou novas técnicas para instrumentos tradicionais como o UDU (vaso de barro) e o CAJON. Tornou-se conhecido pela utilização de objetos do cotidiano, como utensílios de cozinha, como instrumentos de percussão e foi considerado um dos maiores percussionistas do país e um renovador da percussão brasileira pela mídia especializada.

Entre 1994 e 1996, viveu na Inglaterra e tocou com o tablista indiano Sarvar Sabri, o saxofonista Andy Hamilton e outros grandes nomes do jazz e da música étnica no país. Participou de festivais como o Womad e Birmingham Jazz Festival. Tocou também no Queen Elizabeth Hall em Londres, com o percussionista Nana Tsiboe de Gana.
Em 1998, de volta ao Brasil, Renato Martins foi o único percussionista a chegar às semifinais do 1° Prêmio Visa de MPB Instrumental. Desde então, trabalhou com artistas brasileiros como Duda Neves, Sergio Sá, Moacyr Luz, Sá & Guarabyra, Tom Da Terra e Paulo Moura.
Renato Martins é também um educador musical e ensinou percussão no 30° e 31° Festivais de Inverno de Campos do Jordão (Julho de 1999 e 2000). Ministrou cursos em escolas de música como a antiga Universidade Livre de Música e realizou workshops de percussão no Brasil e em outros países.

Renato Martins tocou no Heineken Concerts, em 2000, ao lado de André Cristhovam e do guitarrista americano Taj Mahal, e seguiu tocando com grandes nomes da música instrumental brasileira como: André Geraissati, Ulisses Rocha, Teco Cardoso, Renato Borghetti, Edu Ribeiro, Vitor Alcantara, Zeli, Renato Consorte, Beto Angerosa, Nelson Faria, Carlinhos Antunes, Mozart Mello, Roberto Sion, Celso Pixinga, André Mehmari e Celio Barros.

Em 2003, Renato Martins lançou seu primeiro CD solo, “Indaiá”. O álbum foi celebrado pela mídia e foi lançado no projeto de maior prestígio da música instrumental no Brasil, o Instrumental SESC Brasil, transmitido pela Rede SESC-Senac de Televisão com grande repercussão.
Renato Martins vive em Bruxelas desde 2004 e já trabalhou com vários grandes nomes da cena de jazz do país como: Steve Houben, Victor da Costa, Henri Greindl, Daniel Stokart, Daniel Miranda, Maxime Blesín e Osman Martins. Tocou em locais importantes de Bruxelas como Flagey, The Music Village, Théâtre Marni, Jazz Station e Teatro Molière.
Em 2007, Renato Martins tocou com o grupo armênio Arax no projeto Le Monde est un Village. O concerto foi  no Théâtre 140 e foi transmitido pela estação de rádio belga RTBF. No mesmo ano, Renato tocou na Índia, na celebração do aniversário de Sai Baba em novembro e tocou em Londres ao lado do saxofonista Martin Speake.

Renato Martins conheceu o guitarrista belga Boris Gaquere em Bruxelas em 2004. Eles decidiram criar o Boris Gaquere & Renato Martins Duo. Seu primeiro álbum, “Tempo Feliz”, foi lançado na Bélgica em 2006. O duo apresentou concertos em teatros importantes na Bélgica, Suíça, França, Espanha, Polónia, República Checa, Estados Unidos, Brasil, Argentina e Taiwan.

Renato Martins se apresentou, em fevereiro de 2009, com o Boris Gaquere & Renato Martins Duo no 4 º FESTIVAL INTERNACIONAL DE PERCUSSÃO DE CATALUNYA, em Barcelona (Espanha).

Em  2009, Renato Martins foi convidado a integrar o show OVO do CIRQUE DU SOLEIL. Foi percussionista do show tocando no Canadá e nos Estados Unidos entre janeiro de 2009 e julho de 2010.

Renato Martins apresentou-se no NAMM show 2011 nos Estados Unidos com o Boris Gaquere & Renato Martins Duo.

Renato Martins vive atualmente na Bélgica onde prepara a gravação de um novo álbum do Boris Gaquere & Renato Martins Duo.

 

Batuka! Brasil – Robby Ameen

robbyameen_webROBBY AMEEN (Estados Unidos)

Desde que se mudou para Nova York, no início dos anos 80, Robby Ameen vem construindo uma carreira que conta com trabalhos com grandes artistas do cenário da música, de Dizzy Gillespie a Paul Simon, chegando a uma relação de mais de vinte anos com Ruben Blades, ícone da música Latina, integrante do Seis del Solar.

Apesar da sua origem libanesa, Robby é conhecido pelo único e poderoso Afro-Cuban Jazz Style que desenvolveu. Crescendo em New Haven, Connecticut, ele pode aproveitar sua proximidade da cidade de Nova York, indo aos clubes e ouvindo muitos dos grandes mestres do jazz, desde muito cedo. Ao mesmo tempo, ele estava ele estava envolvido com o cenário local do jazz e da música latina, assim como estudando na universidade Yale, através da qual recebeu o bacharelado em literatura.
Suas raízes jazzisticas foram fortemente influenciadas pelos estudos com o gande Ed Blacwell, na escola. Quando estava na faculdade, estudou percussão clássica com o renomado Fred Hinger.

Assim que se mudou para Nova York, Robby Ameen gravou com o flautista Dave Valentin, e logo em seguida com Ruben Blades, o primeiro cantor de salsa a incluir um baterista em tempo integral em sua banda, Seis del Solar. Gravou também o CD “New Faces” com Dizzy Gillespie.

No cenário d música latina, Robby tem gravado com Eddie Palmieri, assim como tem saido em turnê e gravado com Mongo Santamaria, Paquito D’Rivera, Hilton Ruiz, e Willie Colon, entre outros. Robby Ameen foi o baterista do concerto histórico do primeiro disco de Marc Anthony, no Madison Square Garden.

Outro relacionamento de longa data de Robby é com o produtor e compositor Kip Hanrahan, com quem vem gravando e tocando, desde 1987. Ele também foi o baterista de “Capeman”, de Paul Simon, com quem ele trabalhou durante um longo período de ensaios, até chegar às gravações e às apresentações, assim como no especial “Storytellers” da VH1, e parte da retrospectiva feito pela BAM – Brooklin Academy of Music. Também tem gravado e tocado com a banda de Jack Bruce, “Cuicoland Express”, e é membro de longa data da banda de Conrad Herwig “Latin Side of…”, que é frequentemente indicada ao Grammy.

Como coleader, Robby Ameen gravou três discos com o “El Negro e Robby Band”, junto a Horacio “el Negro” Hernandez. Ele também ajudou a fundar o Power trio de Latin-Jazz “Overproof”. Recentemente, lançou o projeto solo “Days In The Life”, do qual é responsável pela maioria das composições e arranjos.

É coautor, junto ao baixista Lincoln Goines, do best-seller “Funkifying the Clave: Afro Cuban Grooves for Bass and Drums”, método que vendeu cerca de 40.000 exemplares pelo mundo, e recentemente lançou o DVD “Funkifying the Clave”. Robby é um artista ativo, seja realizando workshops ou se apresentando nos maiores festivais de bateria, incluindo Modern Drummer Day, PAS, o Montreal Drum Fest, Messe Frankfurt e NAMM, para citar alguns.

Algumas das suas várias aparições na TV incluem The Tonight Show e 60 Minutes, o show da Anistia Internacional, especial da Cinemax “A Latino Special: feat. Jerry Garcia”, o filme “The Returno f Ruben Blades”, Good Morning America, Legends of Jazz do canal PBS, na Europa o Rockpalast e o Later with Jools Holland.

Robby também é, há muito tempo, um músico atuante no cenário musical de Nova York, tendo composto vários jingles, música para TV e trilha sonora para filmes com compositores como Dave Grusin, Carlos Franzetti e Howard Shore, assim como foi o baterista para a serie “Sex and the City”. Artigos sobre ele têm sido publicados por revistas como Modern Drummer, Drumhead, Rhythm, Latin Beat, Bateur, Percussionisti, entre outras.

Recentemente, Robby Ameen foi incluído New Grove Dictionary of Jazz.

 

Batuka! Brasil – Vera Figueiredo

verafigueiredo_webVERA FIGUEIREDO (Brasil)

Publicações nacionais e internacionais destacam a força da música de Vera Figueiredo: “Vera Figueiredo – que levou o som das florestas tropicais brasileiras para os clubes de concerto do mundo fez uma apresentação com abordagem e frases que deixaram a todos boquiabertos”, escreveu T. Bruce Wittet para a revista Modern Drummer americana, sobre o Montreal Drum Fest (Canadá), no qual a baterista se apresentou. Também a revista inglesa Rhythm fez menção à força da sua música, e em ocasião de uma turnê da baterista pelo Reino Unido, declarou Vera Figueiredo The Queen of Samba, a Rainha do Samba.

Dedicada a divulgar a música brasileira, tanto no Brasil quanto em terras estrangeiras, Vera Figueiredo já passou pela Escócia, Irlanda do Norte, Inglaterra, País de Gales, México, Chile, Espanha, Portugal, Argentina e Estados Unidos ministrando workshops, aulas, e apresentando shows e performances.

Vem se apresentando em importantes eventos direcionados à música da bateria, entre eles Percfest Memorial Naco (Itália), The Ultimate Drummers Weekend (Austrália), Mendoza International Drum Fest (Argentina),  PercuSonidos Festival Internacional de Percusiones (México), AGP Drum Event (Luxemburgo), Days of Percussion(Suécia), Drum Fest – Primer Festival Internacional de Batería y Percusíon (Chile), Cape Breton International Drum Fest (Canadá),  Kosa International Drum Event (EUA) e PASIC – Percusive Arts Society Convention (EUA). No Brasil, apresentou-se nos festivais PAS Brazil Chapter (Campinas/SP), Salão da Bateria (capital/SP), I Encontro Percussivo REC-PEC (Recife/PE) e Batuka! Brasil International Drum Fest.

Como integrante da Orquestra da Avon, acompanhou diversos artistas, entre eles Diana King, Zélia Duncan, Daniela Mercury, Milton Nascimento, Rita Lee, Leila Pinheiro e Margareth Menezes.

Vera Cruz Island (Rainbow Records/2001), seu terceiro disco, marca um momento de maturidade de Vera como instrumentista e compositora: “Vera Cruz Island é uma espécie de álbum de fotografias da alma de Vera: intenso, com belas imagens e cheio de paixão pela sua arte” – Régis Tadeu (revista Batera & Percussão/ Brasil). “Sua música é poderosa e repleta de tradição” – Ken Micallef (Modern Drummer magazine – EUA). Baseado neste disco foi lançado, pela editora americana Hudson Music, o play along, em inglês, Vera Cruz Island – Brazilian Rhythms for Drumset, escrito por ela em conjunto com o professor Daniel Oliveira. Vera Cruz Island – Brazilian Rhythms for Drumset conta com distribuição mundial. Seus discos anteriores são: From Brasil (Camerati/1995) e Vera Figueiredo & Convidados (Baratos Afins/1990).

Em 1990, fundou o IBVF – Instituto de Bateria Vera Figueiredo, conceituado centro de estudo da música da bateria, localizado na cidade de São Paulo. O IBVF também é responsável pela realização de eventos, entre eles um festival significativo para o cenário musical, o Batuka! Brasil International Drum Fest, do qual já foram realizadas 12 edições, as duas últimas no Auditório Ibirapuera, importante reduto cultural de São Paulo.

Vera lançou, em DVD, as aulas Ritmos Afro-Brasileiros & Influência Afro-Cubana e Os 40 Rudimentos, ambas pela Aprenda Música. Participou do DVD em comemoração ao 11° aniversário do The Ultimate Drummers Weekend, que também conta com Thomas Lang, John Blackwell Jr., Jimmy DeGrasso, Andrew Gander, Gustavo Meli, entre outros grandes nomes da bateria.

Foi capa e entrevistada da edição #143 da revista Batera & Percussão. Também participou do clipe da banda NX4 e gravou com o Kroma, um quarteto de guitarras formado, entre outros, por Heraldo Paarmann (Ultraje a Rigor). Apresentou-se, em abril de 2011, na Musikmesse Frankfourt, na Alemanha. Também participou do Girls On Drums, em Curitiba/PR.

Paralela a sua carreira na música instrumental, apresentando-se com a sua própria banda, Vera Figueiredo integra a banda Altas Horas (Globo), do programa homônimo, apresentado por Sergio Groisman. Atualmente, ela está trabalhando nas composições para o seu novo disco.

Vera Figueiredo é patrocinada pelas marcas Mapex Drums, Sabian Cymbals, Vic Firth Drumsticks, Evans Drumheads, Audix Microphones e Gope Brazilian Percussion.

 

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