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A hora e a vez de Laura Lavieri: conheça ‘Desastre Solar’

Laura Lavieri por Karin Santa Rosa

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Laura Lavieri por Karin Santa Rosa

Lançamento do selo slap (Som Livre) tem produção assinada por Diogo Strausz

Ouça: https://slap.lnk.to/DesastreSolar

Laura Lavieri te convida para seu Desastre Solar, primeiro disco solo da carreira da artista, lançado hoje – via selo slap (Som Livre) – nas principais plataformas digitais. Ouça aqui Desastre Solar. O álbum também será distribuído em versão física e chegará a lojas de todo país. Na agenda de estreia, dois shows já estão confirmados: dia 4 de Outubro, n’A Autêntica, em Belo Horizonte e dia 14 de Outubro, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo.

Com produção de Diogo Strausz, o álbum traz 11 faixas, assinadas por diferentes compositores, mas que na voz de Laura se completam como uma única e boa conversa, repleta de poesia e devaneios. De acordo com Laura, um dos maiores e mais abrangentes sentimentos que Desastre Solar traz é o da descoberta. “Descobrir a mim mesma, descobrir o ofício, trabalho, percurso, o desafio que é fazer um disco. Tornar real e material algo que já foi simplesmente uma sensação”, comenta a intérprete, que despontou há uma década como a segunda voz do trabalho de  Marcelo Jeneci.

Em clima ora tranquilo e suave, ora denso e profundo, Desastre Solar traz à tona canções que se afastam do universo mais leve pelo qual ficou conhecida. Se a natureza feminina revela o outro lado da lua, Laura traz um relato forte e marcante, onde os astros não dão tantas certezas de amores felizes e noites bem resolvidas. Nesse ambiente, novos caminhos narrativos podem ser explorados.

Uma cantora de gostos e tons diversos, em Desastre Solar Laura se revela uma intérprete madura e versátil, que canta sobre o amor, a solidão, a empatia e a liberdade. Tudo isso sobre uma cama melódica coberta de referências como a Jovem Guarda, o rock oitentista, o axé e o samba.


Ao longo do álbum, a cantora deita sua voz com intensidade, gerando um trabalho contagiante e múltiplo: romântica em “Deixa Acontecer”, psicodélica em “Radical” ou doce em “Sol”, Laura Lavieri passeia por Desastre Solar em humores e situações diferentes, explorando suas próprias possibilidades vocais.

“Na vida tudo é cíclico, tudo nasce e morre, o tempo inteiro”, reflete Laura. “Às vezes isso dói muito, às vezes é a coisa mais linda que já se viu. E quando um começa – e o outro acaba – podemos reconhecer a existência de cada um. É o limite, a explosão e eu valorizo muito isso. Se a gente puder se ater ao caráter dourado delas, dá pra aguentar a dor”, desenvolve a artista sobre o novo trabalho.

Fotos de divulgação (créditos Karin Santa Rosa): https://drive.google.com/drive/folders/1fXH3B-qjccUPvYShlZXqP9xDjvS5X8L4?ogsrc=32

 

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DESASTRE SOLAR (2018) | LAURA LAVIERI | FICHA TÉCNICA

DESASTRE SOLAR é:
Laura Lavieri • voz, vocais, coro. co-direção artística e musical.
Diogo Strausz • produção musical, co-direção musical, arranjos base, arranjos de metais, programações de cordas e beats.

 

Banda-base:

João Erbetta • copista na pré produção; guitarras base, guitarras sirene e de uma corda só (em Tira a mão), fender VI (em Deixa Acontecer), violões de nylon (em Sol do Céu), violões de 12 e aço (em Sol do Céu, Tudo outra vez, e Estrada do Sol)
Alberto Continentino • todos os baixos (exceto Whiskey), arranjo de baixo (em Whiskey), arranjo de cordas, adaptado para coro (em Sol do Céu).
Ricardo Dias Gomes • teclados: rhodes, roland strings, minimoog, minilogue, moog, wurlitzer.
Pedro Fonte • todas as baterias, afoxé e bongô (em Desastre e Radical), pandeirola (em Respeito), congas (em Whiskey e Tira a mão).
Diogo Strausz • todos os sintetizadores. agogô (em Radical), guitarra agulhada (em Respeito), baixo e guitarra marota (em Whiskey), Oberheim (em Sol do céu), órgão (em Estrada), caxixi (em Tira a mão), piano de armário (em Me sinto bem).

Todas as bases arranjadas pela banda

Participações especiais:
Guilherme Lírio • guitarras solo (Radical – solofuzz; Deixa Acontecer – solometers; Tira a mão – solo ritmada)
Marcelo Callado • percussões em todas as faixas (exceto Desastre Solar; Me dê a mão; Sol do Céu; Me sinto bem)
Lucas Oliveira • guitarras slide, guitarras solo, mellotron e vocais (Tudo outra vez)
Ledjane Motta • coros (Respeito; Tira a mão; Estrada do Sol)
Joana Queiroz • solo de sax (Me dê a mão), sax (Deixa Acontecer), sax e clarinete (Estrada do Sol)
Marlon Sette • trombones (Deixa Acontecer; Estrada do Sol)
Altair Martins • trompetes (Deixa Acontecer; Estrada do Sol)
Lenna Beauty • sinos (Sol do Céu)
Paulo Emmery • palmas (Respeito; Deixa Acontecer)
Jonas Sá • vocais (Me dê a mão)

Equipe técnica de áudio
Renato Godoy • captação de bases, no Estúdio do Pepê, em Araras RJ
Felipe Areas • captação de overdubs e vozes, no Estúdio Marini, em Botafogo RJ
Marcelo Callado • captação de percussões, no estúdio Do Amor, em Botafogo RJ
Laura Lavieri • captação de voz para Sol do Céu, no Estúdio Canto da Coruja, em Piracaia SP
Diogo Strausz • mixagem, no Estúdio House of Strausz
Felipe Tichauer • masterização, no Estúdio RedTraxxMastering

Equipe de arte
Gabriel Cabral • fotógrafo
Julia Poly • figurino e estilo
Julio Mariutti • design e diagramação
Laura Lavieri • co-direção de arte, recortes e colagens
Leon Gurfein • beleza, maquiagem e cabelo
Thany Sanches • produção e co-direção de arte
Wilson Breda • apoio e logística

Equipe de estrutura
Renata Franchini • produtora executiva e direção de comunicação
Consultoria • Ana Paula Veríssimo e Verônica Pessoa
Assessoria Jurídica e propriedade intelectual • Luciana Arruda
Assessoria de Imprensa • Flora Miguel
Selo • SLAP
escritório pitangacultural@gmail.com – 11-984996592.

 

Desastre Solar foi primeiramente captado com investimento próprio e independente.

a banda-base, e parte da equipe de estrutura, foram financiadas pelos 241 apoiadores do financiamento coletivo. os direitos destes fonogramas foram então cedidos e serão licenciados e distribuídos pelo Selo SLAP, o que tornou possível a remuneração de toda a equipe.


Sobre o slap

O slap faz parte da vida de quem busca novas experiências musicais e orgulha-se de, desde 2007, fomentar a cena indie e abrir as portas do mercado para novos artistas. Sua missão é potencializar e empoderar a cena musical independente do país, incentivando o midstream e fazendo com que novos sons, originais e arrojados, cheguem a cada vez mais pessoas. O slap carrega em sua história grandes lançamentos de nomes como Maria Gadú e Silva. Seus representantes têm todos a autenticidade como característica, e entre eles estão Céu, Ana Cañas, Tiago Iorc, Mombojó, Marcelo Jeneci, OutroEu, Scalene, Plutão já Foi Planeta e Nina Fernandes.

@slapmusica

CAST:

Ana Cañas | Banda Tereza | Céu | Dom La Nena | Marcelo Jeneci | Maria Gadú | Mombojó | Nina Fernandes | OutroEu | Plutão Já Foi Planeta | Scalene | Silva | Tiago Iorc | Versalle

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